O turismo de luxo no Brasil é proveniente do circuito interno ao que tange à movimentação de visitantes na modalidade. A conjuntura constatou que em termos estatísticos, 70% dos hóspedes são domésticos. O levantamento pertence ao anuário da Brazilian Luxury Travel Association (BLTA), o que averiguou os apontamentos referentes a 2025.
No entanto, paulatinamente, o ingresso de turistas estrangeiros no Brasil angaria contornos proeminentes. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) destaca que o Brasil ocupa a quarta colocação dos países que mais aumentaram o número de turistas internacionais de 2019 a 2025. O fluxo de visitantes estrangeiros cresceu 46%, passando de 6,3 milhões para 9,3 milhões de turistas. As projeções para 2026 é que a estatística alcance 10 milhões.
No que concerne ao prazo nos estabelecimentos hoteleiros, 58% dos hóspedes do mercado doméstico permanecem até três diárias. Nessa mesma conjuntura, a estadia para 35% enquadra de quatro a sete noites. Contudo, ao que infere os viajantes estrangeiros, a pesquisa relata que 80% dos turistas ficam no Brasil por mais de sete dias.
Ao passo que o principal fator que motiva a variável do turista internacional consiste na busca por lazer. Logo após, negócios e eventos corporativos e na sequência, viagens com família ou amigos. Posteriormente, eventos sociais, e depois festas e eventos do calendário do destino.
Os itens mais procurados, no topo, enquadram bem-estar, spa e relaxamento. Estes tópicos são preferências mencionadas por 93% dos empreendimentos pesquisados no ano passado. Além do mais, os serviços mais solicitados inserem massagens (92%) e gastronomia (85%), seguidos por serviços personalizados (65%), atividades e experiências VIPs (53%).
Nesse ínterim, em termos de ganho líquido, a BLTA aponta numa sondagem de 63 vias de hospedagem, somando hotéis, pousadas, lodges e resorts, o faturamento bruto estimado em R$ 3,34 bilhões. Ou seja, a diária média na conjuntura corresponde a R$ 3.109.
Turistas estrangeiros aplicaram US$ 5,6 bilhões no 1° semestre
No primeiro semestre deste ano, o ramo de turismo internacional no Brasil movimentou US$ 5,6 bilhões no país. Alta que representa 12% no paralelo comparativo a um ano. A constatação pertence ao Banco Central.
A Embratur elucida que a Europa notabilizou a quantidade de 14% de visitantes à procura de turismo de luxo em 2026, na comparação a 2020, que pontuou 9%. O quantitativo da América do Norte progrediu de 7% a 9%. Na América Latina, o crescimento foi de 3% para 5%. E oriundos de outras localidades, especialmente da Ásia, o avanço foi de 2% para 3%.
Como resultado, os destinos mais procurados pelas operadoras, em 2025, assinalam Maranhão (19%), litoral da Bahia (17%), Salvador (16%), São Paulo (14%), litoral do Ceará (14%) e Fernando de Noronha (10%).
Em conclusão, o CEO e fundador da 3, 2, 1 GO!, Marco Lisboa, avalia que o cenário viabiliza o crescimento nos negócios. Como resultado, ele menciona que o turista estrangeiro está cada vez mais disposto a investir em experiências.
“Ao mesmo tempo, busca praticidade, segurança e personalização. Isso cria oportunidades para quem empreende e consegue entender o perfil do viajante, para transformar diferentes serviços em uma jornada completa”, afirma.
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