O economista Célio Fernando Melo tomou posse nesta quinta-feira (13) para um mandato de dois anos na Academia Cearense de Economia (ACE), em solenidade realizada na sede da Fiec.
Ao passo que conforme o novo gestor, a respectiva gestão será marcada por fornecer continuidade às atividades e ações efetivadas pela administração anterior. Na ocasião, o ex-presidente da ACE, Sérgio Melo, entregou em mãos ao mandatário recém empossado um relatório de transição contendo diretrizes de ações institucionais.
Célio Fernando destacou que o respectivo mandato intermediará articulação com mentes pensantes e atuantes na própria academia. Por exemplo, cita o recente evento encabeçado pela ACE, acerca da Semana do Economista 2026: O Nordeste na Agenda Global.
“A gente precisa construir projetos com ciência, entendendo como as pessoas estão em primeiro lugar, para que a gente possa trazer os recursos necessários, para esse novo protagonismo pro Nordeste brasileiro”, afirma.
O presidente da ACE disse que a interlocução com atores da governança é primordial na catalização, no aspecto de reduzir os hiatos que existem no Ceará, no sentido de captação de capital tecnológico e humano.
“Quando a gente começa a conversar com as entidades, quando tem proposta, quando tem uma gestão participativa e democrática. Se tem pessoas podem propor e pessoas que estão exercendo cargos públicos acabam ajudando naquilo que está se pensando ou se sonhando, se realize”, frisou.
A composição da nova diretoria:
- Vice-presidente: Mônica Alves Amorim;
- 1º secretário: Luís Eduardo Fontenelle Barros
- Diretor de Finanças: Ricardo Aquino Coimbra
- Diretor de Administração: José Maria Porto Magalhães Sobrinho
- Diretor de Eventos: Ricardo Eleutério Rocha
- Diretora de Produção Científica ou Cultural: Mônica Alves Amorim.
- Conselho Fiscal: Firmo Fernandes de Castro, Henrique Jorge Medeiros Marinho e Adriano Sarquis Bezerra de Menezes.
Autoridades cearenses prestigiam posse de Célio Fernando Melo
Uma plêiade de representantes da sociedade civil organizada do Ceará estiveram presentes no evento para prestar homenagem ao novo presidente da Academia Cearense de Economia.
O presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento de Fortaleza (Ipplan Fortaleza), Artur Bruno, considera que a instituição pode fornecer uma emblemática contribuição à capital cearense.
Contudo, avalia que o poder público precisa inteirar das atividades da entidade, frisando as críticas necessárias, as correções efetuadas, os caminhos a serem trilhados.
“Presidente Célio Fernando, extremamente preparado, um intelectual dos melhores que temos no estado do Ceará. Estamos muito otimistas com as homenagens que estão sendo feitas também”, pontua.
O superintendente no Ceará do Sebrae, Joaquim Cartaxo, analisa que a ACE possui uma ligação histórica com o Sebrae, inclusive na origem, incluindo a elaboração de reuniões.
Cartaxo menciona que a nova diretoria empossada representa a necessidade de agregar fatores de organização social e na produção do conhecimento. “A gente está precisando desses grupos, que contribuem para esta agenda, o Sebrae é um parceiro forte, um entusiasta dessa organização dos economistas do Ceará”, pontua.
O economista Lauro Chaves Neto enfatiza que a ACE é um dos principais órgãos para debater o desenvolvimento do estado do Ceará, e reforça que o novo mandato é de continuidade.
Nesse ínterim, Lauro acentua que ocorreu a posse de três novos acadêmicos em razão dos respectivos serviços prestados: Amarílio Proença de Macêdo, Antônio Rocha Magalhães e Eveline Barbosa Silva Carvalho.
Em conclusão, aponta que as novidades que Célio Fernandes pode implementar no mandato enquadram em detectar diagnósticos e soluções para que o Ceará melhore o padrão de desenvolvimento.
ACE como instrumento de conhecimento e ação social
A vice-reitora da Universidade Federal do Ceará, Diana Azevedo, pontua que instituições como a ACE projetam discutir os problemas e desafios sociais da respectiva envergadura conjuntural.
A princípio, ela salienta que as academias de maneira geral foram criadas visando conservar o conhecimento adquirido e dialogar no aspecto de adquirir o estabelecimento também da nova temática.
“A gente viu o exemplo hoje da Academia Cearense de Economia, trazendo os grandes temas como a transição energética, como a transformação digital, como trazer desenvolvimento econômico com riqueza”, afirma.
Para a superintendente estadual do Banco do Nordeste (BNB) no Ceará, Eliane Brasil, a perspectiva da instituição bancária é ingressar no pacto de cooperação promovido por entidades como a ACE.
Ela ressalta que a configuração subjacente acontece no conhecimento acadêmico sendo debatido com o meio empresarial e as associações. Ou seja, Eliane reforça que a instituição bancária pode contribuir com a oferta de crédito, na cooptação dos estudos vigentes elaborados.
“A gente observa que essas entidades, essas organizações, as academias, as federações têm um papel muito importante na discussão do futuro do estado”, conclui.
Saiba Mais:
Presidente da Enel relata que fonte renovável é principal matriz geradora de energia da entidade
Gestor destaca facilidade na conexão do setor de energias renováveis com mercado de capitais