O Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) ampliou a movimentação logística econômica de 258 para 329 atividades, conforme aprovação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).
Ao passo que o Conselho Deliberativo da autarquia sancionou as diretrizes e prioridades para aplicação dos recursos dos fundos regionais nas operações de crédito contratadas a partir de 2027, incluindo o FNE.
O motivo é proveniente da consulta realizada pelo órgão aos estados membros que identificaram 71 atividades econômicas consideradas relevantes para financiamento dos recursos do fundo.
Além disso, a captação dos recursos será subsidiada às áreas relacionadas à infraestrutura e à conectividade regional.
Setores contemplados
Os setores incluem atividades econômicas associadas a transportes terrestres, aquaviários e aéreos, telecomunicações, eletricidade, gás, além de outras atribuições.
No panorama insere sistematização à indústria, mineração, construção, comércio, extração de minerais metálicos e carvão mineral e serviços especializados para construção e fabricação de produtos.
O secretário executivo do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, Valder Ribeiro, ressalta que a conjuntura intensifica as proposições da economia regional.
Tópicos relacionados as atividades ligadas às características produtivas dos territórios, aos recursos naturais, à agropecuária e à bioeconomia, também serão contempladas.
Além disso, atividades dos segmentos de economia criativa, turismo e cultura incluindo alojamento, alimentação, atividades artísticas, criativas e de espetáculo, patrimônio cultural e ambiental e produção cinematográfica.
A lista contempla ainda segmentos da economia do conhecimento, inovação e serviços especializados, como tecnologia da informação, pesquisa e desenvolvimento científico, engenharia, serviços profissionais e educação.
Como resultado, o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre, analisa de forma positiva as diretrizes aprovadas ao que tange à programação de fundos e agendas de desenvolvimento regional.
Em conclusão, o gestor destaca pautas estruturantes de alinhamento administrativo da Sudene, tal qual a viabilização de projetos como a Transnordestina, a reforma tributária e os incentivos fiscais.