As bolsas da América Latina concentram os melhores desempenhos globais em 2026, segundo ranking que compara 21 índices internacionais elaborado pela consultoria Elos Ayta. O levantamento mostra o Ibovespa, principal índice do mercado brasileiro, na 4ª posição, com valorização de 12,89% em dólar e 8,98% em real até 22 de janeiro, em um cenário de maior apetite ao risco por investidores estrangeiros.
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O destaque regional ocorre em um momento de reprecificação de ativos emergentes, enquanto mercados desenvolvidos apresentam ganhos limitados. Entre os cinco primeiros colocados do ranking global, quatro pertencem às bolsas da América Latina.
O S&P/BVL General, do Peru, lidera o ranking com alta de 20,06% em dólar, seguido pelo MSCI Colcap, da Colômbia, com 18,90%, e pelo IPSA, do Chile, que acumula 13,91%. O Ibovespa, do Brasil, aparece em quarto lugar, à frente do IPyC, do México, que registra avanço de 9,43% em moeda americana.
Fora da região, o Nikkei 225, do Japão, ocupa a sexta posição, com ganho de 5,63% em dólar, enquanto os principais índices europeus e norte-americanos figuram na metade inferior da tabela, com variações mais moderadas no período.
EUA e Europa ficam atrás no início do ano
Enquanto as bolsas da América Latina lideram os ganhos, os mercados dos Estados Unidos ocupam posições inferiores no ranking. O Dow Jones aparece em 13º lugar, com alta de 2,75%, superando apenas os desempenhos do S&P 500 (0,99%) e do Nasdaq (0,83%).
Na Europa, os principais índices mantêm valorização próxima ou abaixo de 5%, como Euro Stoxx 50, AEX e FTSE 100, indicando um início de ano mais contido quando comparado ao ritmo observado nos mercados latino-americanos.
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