Segundo o IBGE, em 2024, o acesso à internet nas áreas rurais do país cresceu 150% no comparativo relativo à análise periódica desde 2016. (Foto: Envato Elements)
As tecnologias digitais são ferramentas que contribuem para o aprimoramento de vários setores da economia nacional, e se aglutinam também em conjugação ao aprimoramento do agronegócio brasileiro, através da aplicação de mecanismos que aumentam a produtividade, eficiência, segurança e continuidade das operações.
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A conjuntura se distribui na integração de soluções tecnológicas que permitem o monitoramento de lavouras, o controle da irrigação, o acompanhamento da produtividade e na otimização da logística de insumos e produtos, o que, segundo pesquisas, provoca transformação de dados em decisões estratégicas.
O fator que desencadeou a universalização dos procedimentos foi a conectividade, porque conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2024, o acesso à internet nas áreas rurais do país cresceu 150% no comparativo relativo à análise periódica desde 2016. O que equivale na avaliação ao alcance de 84,8% da população do interior do país.
O resultado disso é a expansão em regiões longínquas do avanço de sensores, tratores inteligentes e sistemas de gestão integrados funcionando em tempo real. “Investir em tecnologia no campo significa transformar dados em decisões que aumentam a produtividade e reduzem perdas. Cada informação coletada pode impactar diretamente o resultado da safra e a eficiência operacional”, destaca o CEO da Hostweb, Wladimir Soares.
Paralelo à ampliação ao modelo digital adotado se estabelece a proteção das informações coletadas, que possam estar vulneráveis a invasões e ataques cibernéticos. Neste aspecto, conforme estudo da empresa de análise tecnológica, a International Data Corporation (IDC), estima-se que o investimento em segurança cibernética para proteger as operações agrícolas cresceu cerca de 12% em 2024.
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