A lacuna que engloba o comércio eletrônico nacional apontou que o setor faturou R$ 125 bilhões, no 1º semestre de 2026. Ao passo que a cifra representa avanço de 24,37% em relação ao mesmo período de 2025, variável que assinalou R$ 100,5 bilhões.
Nos seis primeiros meses do ano, nesse ínterim, se contabilizou 242 milhões de solicitações, conjugando ticket médio de R$ 517. O levantamento é da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (ABIACOM).
A expectativa da entidade, por assim, é terminar 2026 agregando 460,87 milhões de pedidos e faturamento acima de R$ 260 bilhões. O presidente da ABIACOM, Fernando Mansano, menciona que o desempenho atribui a mudança no comportamento do consumidor.
“A preferência pelos canais virtuais continua crescendo e mantém o e-commerce aquecido. Comprar online já faz parte da rotina dos brasileiros, que encontram mais praticidade e uma oferta cada vez maior de produtos”, afirma.
Mansano aponta, por exemplo, no aspecto da solidificação do ecossistema digital. “Nos últimos anos surgiram novas plataformas de e-commerce que cresceram rapidamente e ampliaram as oportunidades para empresas de todos os portes venderem pela internet”, acentua.
A ABIACOM, em conclusão, possui expectativa que o ritmo de crescimento seja mantido ao longo do 2º semestre. Neste ponto, o panorama infere em virtude da ampliação da digitalização do consumo. Além disso, na evolução das plataformas de vendas e pela utilização crescente da inteligência artificial para personalizar a experiência de compra.
“Os lojistas investem cada vez mais em conteúdos para redes sociais, vídeos, transmissões ao vivo e parcerias com influenciadores para atrair consumidores e converter vendas. Essa aproximação com o público fortalece as marcas e impulsiona os resultados do comércio eletrônico”, explica Mansano.
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