E-commerce aumenta 20 milhões de consumidores na temporada de um ano até agosto de 2026

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O levantamento aponta que no período, 85% dos consumidores digitais residentes nas capitais fizeram ao menos uma compra online. (Foto: Envato Elements)

O comércio eletrônico segue numa trajetória econômica ascendente no Brasil. Dados apontam que o e-commerce nacional obteve aumento de 20 milhões de consumidores no comparativo nos últimos 12 meses, em relação à mesma temporada do período anterior.

Além disso, o levantamento aborda que no período, 85% dos consumidores digitais residentes nas capitais fizeram ao menos uma compra online. A averiguação resulta na apuração total de 139 milhões de compradores no país.

Ao passo que a constatação é uma pesquisa do SPC Brasil, realizada em parceria com a Offerwise Pesquisas. Por assim, houve crescimento na frequência de compras. Neste requisito, a média mensal passou de 4,6 pedidos para 5,1. Enquanto a parcela de consumidores que realizou uma compra no último mês subiu de 54% para 66%.

O Coordenador de Soluções do SPC Brasil, João Paulo Travasso, avalia que o resultado determina que o consumidor integra cada vez mais a janela digital. “A compra online passa a atender desde necessidades recorrentes até decisões mais planejadas. Isso aumenta a expectativa por praticidade, segurança e uma experiência eficiente em todas as etapas da jornada”, afirma.

Contudo, o fator primordial de decisão no panorama é o preço dos produtos e itens disponibilizados. Nesse ínterim, a principal implicação econômica é o frete grátis, conforme 60% dos entrevistados. Na sequência, surgem preço baixo (49%) e promoções (44%).

No entanto, o ticket médio comercial permaneceu praticamente estável, passando de R$ 224 em 2025 para R$ 225 em 2026. A pesquisa exibe considerável disposição para a recompra. Ou seja, 95% dos consumidores retornaram a comprar no mesmo site ou aplicativo.

João Paulo analisa que o consumidor digital atual age com maturidade. A tendência, segundo o gestor, é que o ente examine diversificados gêneros antes de decidir a efetivação da compra. “Preço continua sendo relevante, mas fatores relacionados à experiência, como qualidade, conveniência e condições de entrega, também contribuem diretamente para a decisão de voltar a uma loja”, pontua.

Influência das redes sociais no e-commerce

As vertentes de influência oriundas das redes sociais impactam no rumo das compras online. Segundo a pesquisa, 54% dos consumidores compraram por intermédio das redes sociais nos últimos 12 meses. A conjuntura constatou que 49% realizaram compras diretamente dentro de uma plataforma social nos últimos seis meses.

Como resultado, a ferramenta TikTok é a líder do panorama, contabilizando 24% nos acessos efetivados. Posteriormente, Instagram (17%) e YouTube (12%). No que consiste os itens, moda e vestuário estão no topo da preferência, conjugando 49%. Em seguida, cosméticos, perfumes e produtos para cabelo (44%), produtos para casa (39%), e depois medicamentos, vitaminas e produtos de farmácia (32%).

O WhatsApp também angariou espaço como ambiente de compras. Ao passo que 73% dos consumidores realizaram ao menos uma compra pelo aplicativo no último mês, representando uma média de 2,1 pedidos.

João Paulo Travasso menciona que as redes sociais integram funções para diferentes etapas da jornada de compra. O analista ressalta atribuições como detecção do produto, pechincha, e no critério de consultar a vivência de outros clientes.   

 “E até concluir a transação dentro da própria plataforma. Esse comportamento exige que as marcas tenham informações claras e uma experiência consistente nos diferentes canais”, reforça o especialista.

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