A região Nordeste contabilizou saldo acumulado de 79.682 empregos formais no 2º trimestre do ano, o que equivale a 25,9% de todas as vagas com carteira assinada geradas no país no período.
O resultado representa crescimento de 53,9% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) realizou o levantamento com apoio sistematizado do Data Nordeste.
Ao passo que no mês de junho a conjuntura apresentou saldo líquido de 34.433 novas vagas com carteira assinada. A média de remuneração dos ativos que ingressaram no mercado de trabalho pontuou R$ 2.067,05.
A Bahia lidera o ranking, assinalando 8.985 vagas, representando 26,1% do saldo da região, seguida por Pernambuco e Ceará, respectivamente, com 6.162 e 5.291 novos postos de trabalho.
Na sequência, surge Maranhão (4.948), posteriormente Piauí (3.023), Alagoas (2.773), Paraíba (2.365), Sergipe (599) e Rio Grande do Norte (287).
Setores que contabilizaram o crescimento nos índices
No que tange os segmentos específicos, o setor de Serviços registrou o maior índice de empregos na região, contabilizando 17.549 postos formais.
Além disso, no englobamento, a Bahia obteve o maior saldo no setor com 6.104 vagas, seguida por Pernambuco (+3.400) e Ceará (+3.264).
Neste aspecto a categoria de Comércio pontuou na segunda colocação em termos de saldo, registrando 5.095 vagas na região. Pernambuco (+1.190) e Bahia (+1.153) concentraram os maiores saldos do setor.
O ramo industrial no Nordeste conseguiu saldo regional de 4.330 postos, com destaque para Pernambuco (+1.284) e Piauí (+1.043), estados que alcançaram mais da metade do resultado do setor.
A Construção Civil angariou saldo regional positivo de 4.256 postos, liderado pelo Maranhão (+1.439) e Ceará (+1.374). Em seguida, Pernambuco (554), Piauí (465) e Paraíba (427).
Na distribuição por faixa etária, trabalhadores de 18 a 24 anos responderam pelo maior saldo de empregos formais no mês, com 22.245 vagas.
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