O IPO do Agibank levantou US$ 240 milhões com a venda de 20 milhões de ações a US$ 12, no limite inferior da faixa revisada. (Foto: Wikimedia Commons)
A Oferta Pública Inicial (IPO, em inglês) do Agibank na New York Stock Exchange (NYSE) transformou Marciano Testa em novo bilionário ao avaliar sua participação de 63% em cerca de US$ 1,1 bilhão, com as ações fechando a US$ 10,75 no primeiro dia. Mesmo com recuo de 10% na estreia, a capitalização do Agibank garantiu ao fundador o controle econômico da companhia e inseriu mais um empresário brasileiro no mercado de capitais dos Estados Unidos.
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A listagem marca a segunda grande abertura de capital de uma empresa brasileira no país desde 2021, poucas semanas após o IPO da PicPay, e reforça uma retomada seletiva de IPOs de fintechs brasileiras em Nova York. No caso do Agibank, o fundador manteve o comando por meio de ações classe B, que concentram cerca de 95% dos direitos de voto, mesmo após a diluição decorrente da oferta.
O IPO do Agibank levantou US$ 240 milhões com a venda de 20 milhões de ações a US$ 12, no limite inferior da faixa revisada, depois de ajustes no preço e no volume da operação. Com os papéis em circulação, a empresa passou a ter valor de mercado próximo de US$ 1,9 bilhão, alinhado à avaliação recente de R$ 9,3 bilhões obtida após investimento de R$ 400 milhões da Lumina Capital Management.
A fintech opera com modelo híbrido, combinando plataforma digital e mais de 1.000 smart hubs físicos, e atende 6,4 milhões de clientes ativos, com foco em crédito consignado para aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Nos últimos 12 meses, o Agibank registrou lucro líquido de R$ 1,1 bilhão, dado que sustentou a demanda pela oferta, conduzida por Goldman Sachs, Morgan Stanley, Citigroup e BTG Pactual.
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