A atribuição se conjuga em razão que as autoridades chinesas se mostram confortáveis em permitir o posicionamento da moeda. (Foto: Envato Elements)
Na última semana do ano, a moeda chinesa, o yuan, atingiu a maior cotação em relação ao dólar em 31 meses. O economista sênior do MUFG Bank, Lee Hardman, afirma que a atribuição se conjuga em razão que as autoridades chinesas se mostram confortáveis em permitir a valorização da moeda.
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O Banco Popular do Povo da China (PBoC) estabeleceu taxas de câmbio diárias progressivamente mais baixas para a conjugação dólar-yuan, e anteriormente a instituição bancária manteve a estabilidade da taxa de câmbio na ocasião da densa desvalorização do dólar, medida que enfraqueceu o papel-moeda do yuan, e favoreceu as exportações chinesas.
O superávit comercial da China ultrapassou US$ 1 trilhão nos primeiros 11 meses de 2025. “A decisão de permitir os recentes ganhos do yuan pode refletir uma maior confiança na capacidade da China de resistir a interrupções comerciais”, relatou Lee Hardman.
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