A entidade especializada em posição de alta gestão corporativa, a Evermonte Institute, constatou que atualmente somente 5,2% das ocupações de CEOs no Brasil são ocupadas por mulheres.
O CEO ocupa o cargo mais alto na hierarquia empresarial, e executa a função de gerenciar as principais decisões estratégicas para guiar o rumo dos negócios e liderar os funcionários diretores.
Fator que influencia no resultado é a configuração que o gênero feminino possui outras atribuições, para além do exercício no escritório, como cuidar dos filhos e os afazeres domésticos.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou que as mulheres ocupam, em média, cerca de 10 horas a mais do que os homens nos afazeres domésticos e aos cuidados pessoais.
As tribulações nas várias vertentes de ações acabam impactando na saúde mental feminina. Segundo dados do Ministério da Previdência, em 2024, mulheres representaram 63,8% dos mais de 472 mil afastamentos do trabalho por transtornos mentais no país.
Para Cláudia Regina, CEO da Vitta, entidade voltada à tecnologia na área da saúde, o debate no contexto perpassa pela sustentabilidade das respectivas trajetórias.
Cláudia enfatiza que lidera uma empresa especializada no critério de cuidar da saúde, e salienta que fator primordial no panorama é reservar um tempo para cuidar do aspecto mental.
“Criar um espaço de descanso real para quem decide política de saúde dentro das empresas não é ação de marca descolada do negócio, é coerência entre o que a gente vende e o que a gente pratica”, afirma.
Neste englobamento, a Vitta realizou um encontro em São Paulo, onde reuniu 50 executivas de Recursos Humanos para debater numa imersão sobre longevidade profissional, saúde mental, maturidade na liderança e desafios das trajetórias femininas.
O enfoque da Vitta atribuiu requisitos no que consiste criar diretrizes para que as agentes profissionais construam carreiras longas, saudáveis e sustentáveis.
A Head de Marketing da Vitta, Fernanda Diniz, enfatizou que a proposta do evento concentrou na discussão sobre sucesso profissional para além da velocidade de ascensão na carreira.
“Criamos um espaço onde mulheres em posições de decisão puderam falar sobre o que realmente sustenta uma carreira no longo prazo. Quando a vulnerabilidade deixa de ser tratada como fraqueza, surgem conversas muito mais reais sobre liderança, saúde e longevidade profissional”, pontua.
CEO feminina defende equidade de gênero na empresa que lidera
A CEO da Milwaukee Brasil, Paula Cristina Dani, estipula dentro da própria empresa que administra a busca na cultura corporativa, ao que tange à igualdade de gênero como identidade concreta.
Segundo o órgão empresarial, os princípios estabelecem primordialmente em fortalecer a presença em áreas técnicas e de liderança, tradicionalmente ocupadas majoritariamente por homens.
A executiva explana que mantém uma rotina que equilibra intensidade profissional e momentos de reconexão pessoal. Ela avalia que desempenho sustentável exige pausas estratégicas.
Nas horas de lazer, pratica musculação e beach tênis, aprecia o gosto da culinária e cuida dos pets.
Ela considera que essas são atividades que mudam o foco, reduzem o ruído mental e ajudam a manter a disciplina e a energia necessárias para encarar a rotina de maneira saudável.

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