O circuito brasileiro de viagens corporativas no país pretende movimentar US$ 35,8 bilhões neste ano.
A projeção representa crescimento de 13,8% em relação a 2025.
Ao passo que o panorama indica que a conjuntura é a maior entre os 15 principais mercados globais, colocando o país na liderança da expansão do respectivo grupo.
Contudo, a conjuntura aponta que o Brasil ocupa a 10ª colocação no ranking do mercado de aviação corporativa, e o resultado constatado mantém o país na posição.
Como resultado, a conjuntura integra o relatório anual da Global Business Travel Association (GBTA), que prevê aplicação mundial de US$ 1,71 trilhão, aproximadamente R$ 8,73 trilhões, crescimento estimado de 7,2%.
O estudo aponta que os principais ativos já recuperaram os níveis nominais de gastos anteriores à pandemia.
No final do ano passado, os 15 maiores mercados globais, com exceção da China, retomaram os índices registrados em 2019.
Para Pedro Góes, CEO da Paytrack, empresa especializada na gestão corporativa de viagens, o panorama exibe que o principal desafio não está na retomada das viagens, mas na administração do crescimento e dos custos.
“As viagens corporativas voltaram a ocupar um espaço relevante na estratégia das empresas, apoiando a expansão dos negócios, o relacionamento com clientes e a integração das equipes”, afirma.
Investimento em tecnologia
A GBTA sinaliza evolução no segmento em investimentos empresariais em tecnologia, relacionamento com clientes, desenvolvimento das cadeias de fornecimento e iniciativas de crescimento estratégico
Ou seja, a projeção é que os gastos do setor alcancem US$ 2,06 trilhões em 2030.
“Em um cenário de custos crescentes, a tecnologia assume um papel ainda mais relevante. Ela permite analisar o comportamento das tarifas, orientar o momento da compra e acompanhar o cumprimento das políticas”, reforça Góes.
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