A cotação internacional do petróleo em razão do conflito no Oriente Médio pode favorecer o Ceará, em arrecadar mais de R$ 340 milhões no petróleo em estágio não refinado.
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A projeção é uma análise da Associação Nacional de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite) que avalia a manutenção do preço médio da commodity em US$ 95 até o fim do ano, valor estimado acima do previsto que pontuava US$ 69, antes do início do conflito no Oriente Médio.
Em razão do imbróglio e da falta de acesso ao petróleo produzido na região oriental do mundo, favorece a elevação do preço nacional em até 38%, impactando na arrecadação que pode alcançar 64%, parcialmente vinculada ao lucro obtido pelas petroleiras e refinarias de combustíveis.
Em destaque, a expectativa da cotação subir mais ainda, no sentido da permanência do bloqueio da rota marítima do Oriente Médio, o estreito de Ormuz. A estimativa avalia a participação especial e imposto sobre o lucro das petroleiras recolhido pela União e repassado a estados e municípios.
A nota da Febrafite ressalta o parâmetro com base nos episódios anteriores, como o que ocorreu em 2022, ocasionada pela alta na cotação do material não refinado, quando as receitas duplicaram o valor. À época, o barril de petróleo passou a ser negociado acima de US$ 100.
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