Hack da Transformação propõe metodologias que ajudam a comunidade escolar a resolver problemas que impactam a aprendizagem dos alunos pós-pandemia. (Foto: Divulgação)

Projeto da Somos Um concorre à 8ª edição do Educar para Transformar, do Instituto MRV

Por: AD2M | Em:
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Com uma abordagem que busca a solução de problemas relacionados à comunidade escolar de forma coletiva e colaborativa entre alunos e professores, o Hack da Transformação, projeto desenvolvido pela Somos Um – Organização de Apoio aos Negócios de Impacto Socioambiental Positivo – está concorrendo à 8ª edição do edital Educar para Transformar, uma chamada pública com voto popular promovida pelo Instituto MRV, para selecionar e colocar em prática projetos transformadores na área da educação.


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Ao todo, serão selecionados cinco projetos que serão implementados por organizações sociais em parceria com escolas públicas e acompanhados durante dois anos pelo Instituto MRV, com capacitações e treinamentos. O edital tinha como foco projetos que buscam desenvolver competências como autoconhecimento, colaboração, comunicação, criatividade, resolução de problemas e pensamento crítico, além da disponibilização de conteúdos para auxílio no desenvolvimento dos professores e consultorias para ajudar a tornar os projetos autossustentáveis. Cada projeto receberá ainda R$ 200 mil para suporte no desenvolvimento.

O Hack da Transformação é um dos 12 selecionados para a etapa final para concorrer à votação popular que acontece até 16 de dezembro, pelo link e direcionará os incentivos do edital ao vencedor. Qualquer pessoa pode participar, sendo permitido somente um voto por endereço de e-mail.

O Hack da Transformação é uma tecnologia social criada pela Somos Um para desenvolver soluções inovadoras a partir do mapeamento de desafios e problemas que afetam a comunidade escolar, sejam eles de aprendizagem, com relação à retomada às aulas pós-pandemia ou a questões de vulnerabilidade social enfrentadas pelos alunos, e ajudar a mapear o cenário ideal para eles.

A partir disso, serão aplicadas metodologias ativas desenvolvidas pela Somos Um, que colocam professores e alunos como protagonistas do processo, com papéis e responsabilidades definidas para todas as fases do projeto, ajudando-os a desenvolverem uma postura empreendedora, focada na identificação assertiva do problema que se propõe a resolver e, posteriormente, no desenvolvimento de teorias de mudança que determinarão o primeiro escopo de um plano de metas esperadas no curto, médio e longo prazo.

O papel da Somos Um é de facilitar todo o processo de apropriação do método pelos membros da comunidade escolar, pois ninguém melhor do que as pessoas diretamente envolvidas para identificar o problema e quais as alternativas de solução, tendo em vista o impacto positivo para todas as partes.

Durante o projeto, além de aplicar a metodologia, a Somos Um irá também ensinar os participantes a replicarem o método em qualquer área da vida, o que deverá deixar um verdadeiro legado com a comunidade.

Para ser ter uma ideia, o método da Somos Um é comumente utilizado por startups de tecnologia, governos e empresas quando querem inovar seus produtos e serviços. No caso da escola, o método poderá ajudar a construir alternativas para ajudar desde alunos com dificuldade de aprendizagem até melhorias das atividades pedagógicas em sala de aula, tudo isso construído por eles mesmo, auxiliados por uma equipe de mentores especializados.

Segundo Ticiana Rolim, CEO da Somos Um, e uma das responsáveis pela elaboração do projeto, o Hack da Transformação está em consonância com as diretrizes do edital e com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). “Com o debruçar dos alunos e professores para mobilizar seus conhecimentos prévios e resolver questões, numa perspectiva de empatia com as necessidades das pessoas no centro de desenvolvimento da solução, podemos conseguir chegar em soluções mais efetivas e estimular aprendizados para toda a vida”, explica a idealizadora. O resultado da votação popular será divulgado no dia 17 de dezembro, no site do Instituto MRV.

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