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Por: Redação

26/11/2020, 17:10

(ATUALIZADO: 25/01/2021, 10:32)

Ceará registra criação de 16,4 mil vagas de emprego em outubro

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Liderando o ranking de geração de empregos no Nordeste com a Bahia, Ceará abre 16.436 novas vagas com carteira assinada, resultado de 42.760 admissões e de 26.324 desligamentos. Expectativa é de maior crescimento econômico para os próximos meses

O Ceará abriu 16.436 vagas formais de trabalho em outubro, resultado de uma trajetória iniciada em julho deste ano e que se mantém positiva. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Ministério da Economia, o Ceará lidera o ranking na região Nordeste, junto com Bahia (16.437).


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“Há muito o que se comemorar por vários aspectos. Primeiro porque recuperamos praticamente todos os empregos perdidos na pandemia que trouxe pra economia grandes dificuldades. Segundo porque o Ceará, juntamente com a Bahia, lidera a geração de empregos no nordeste do Brasil, e estarmos na linha de frente mostra a nossa fortaleza e capacidade de recuperação da nossa economia. E por fim, o expressivo número, o melhor da série desse movimento desde a pandemia”

Maia Junior, secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho do Estado (Sedet)


A criação de mais de 16,4 mil vagas no Ceará foi resultado de 42.760 admissões e de 26.324 desligamentos. Dos grandes agrupamentos de atividades econômicas, quatro tiveram saldo positivo no emprego em outubro. O principal foi o setor de serviços, com a criação de 5.974 vagas formais. Destaque também para indústria de transformação, que registrou 5.265 novos empregos de carteira assinada; comércio, e construção civil, 1.140.

“Esses números refletem claramente o momento de retomada gradual da nossa economia. Importante registrar também o saldo positivo acumulado de 1.047 empregos de janeiro a outubro, o que significa que superamos as perdas da pandemia”

Kennedy Vasconcelos, secretário executivo do Trabalho e Empreendedorismo da Sedet


O presidente do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), Gilvan Mendes, acrescenta que “o número de novas vagas que surgiram na economia cearense, no mês de outubro, associado aos resultados de julho a setembro, também positivos, apontam para uma recuperação gradual do mercado de trabalho cearense, após a implantação das medidas para a retomada das atividades econômicas”.

Expectativa

No Brasil, foram criadas 394.989 novos empregos formais, com 1.548.628 admissões e 1.153.639 demissões, resultado recorde na série histórica iniciada em 1992, conforme dados do Caged. O total de vínculos ativos em outubro chegou a 38.638.484, variação de 1,03% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano, o saldo é negativo em 171.139, decorrentes de 12.231.462 admissões e de 12.402.601 desligamentos. Ao observar o saldo acumulado do ano até outubro, mais demissões que contrações, em menos de 200 mil (171.139), é possível prever que 2020 terminará sem perdas de empregos, conforme o Ministério da Saúde.

Para o Ceará, a expectativa é de maior crescimento econômico que o Brasil. “A minha grande expectativa e esperança está nos projetos de reformas que o poder executivo está negociando com o Congresso. Se o Brasil fizer o dever de casa nesse resto e no início do próximo ano, eu creio que a recuperação da economia terá um caminho sem volta. Vai depender muito da participação dos congressistas e do Poder Executivo de conseguir aprovar essas importantes reformas para que o Brasil possa superar esse momento extremamente difícil. O Ceará me deixa muito tranquilo”, ressalta do secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho do Ceará, Maia Júnior.

O titular da Sedet destaca ainda que o Ceará está bem estruturado do ponto de vista fiscal e que a economia vem apresentando um desenvolvimento positivo ao longo das três últimas décadas. Para ele, o resultado dos próximos anos dependerá do apoio do Governo Federal e das principais reformas tributária, administrativa e política.

“O Ceará está bem preparado para realmente ter, nos próximos anos, dias melhores de crescimento econômico, de geração de oportunidade de empregos e melhoria da massa salarial. Nós organizamos, sob a liderança do Governador, uma profunda reforma do desenvolvimento econômico. As coisas estão acontecendo de forma positiva, é grande a confiança do mercado no Estado. Há uma forte demanda de investimentos no Ceará, em vários setores de atividades. Estamos com boas perspectivas”, conclui.

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