A produção industrial da China alavancou 5,5% em setembro na comparação ao mesmo período do ano passado. Ao passo que os dados são levantamento do escritório de estatísticas do país, o NBS, divulgados nesta segunda-feira (19).
O resultado representa avanço de 5,2% em relação a agosto. O panorama encaixa na consulta realizada pela empresa multinacional americana de dados financeiros e software, a FactSet.
No varejo, as vendas contabilizaram aumento, na base anual, de 1,1% em setembro. A análise da FactSet, contudo, estimou uma alta de 0,6%. A configuração também suplantou o desempenho de agosto, que assinalou 0,4%.
Os investimentos em ativos fixos, no entanto, obtiveram queda de 7,2% no período que compreende de janeiro a setembro, no comparativo a mesma fase de 2025.
Brasil contabiliza maior número de importações da China na história
O Brasil, nesse ínterim, é um dos maiores compradores dos itens chineses, conforme o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Segundo a pasta federal, as importações brasileiras, em 2025, alcançaram US$ 70,9 bilhões. Fator que resultou no maior volume da série histórica. Os principais setores se destacam nas áreas da indústria, construção civil, tecnologia e bens de consumo.
O CEO do Grupo PMD, Gustavo Braz, frisa ao ente que pretende iniciar operações internacionais, ele recomenda que o planejamento antecede a negociação comercial.
O Grupo PMD destaca que antes de solicitar cotações, a empresa precisa identificar os produtos adequados para a estratégia. Além disso, aponta verificar exigências regulatórias, avaliar a estrutura dos fabricantes e mapear os custos envolvidos na operação. Neste contexto, incluindo frete, armazenagem, seguros, desembaraço aduaneiro, tributação e exposição cambial.
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