O estoque financeiro dos ETFs (Exchange Traded Funds) atingiu R$ 126 bilhões no 1º semestre do ano, ante R$ 91 bilhões no segundo semestre do ano passado, alta de 38,5%.
No mesmo período analisado na comparação do primeiro semestre, as aplicações quase dobraram, pontuações que revelaram avanço de 96,9%, contabilizando R$ 64 bilhões.
Ou seja, o apurado é uma constatação da bolsa de valores do Brasil, a B3. Segundo a entidade, o resultado consolida um semestre de expansão do mercado do segmento na instituição.
Ao passo que em seis meses, o número de produtos listados cresceu 16,6%, passando de 175 em dezembro de 2025 para 204 até o momento, registrando ingresso de 29 novos ETFs.
Resultado êxitoso
Em conclusão, a gerente de Produtos de Equities da B3, Bianca Maria, realça que ultrapassar 200 ETFs listados é um êxito traduzido na ampliação e amadurecimento do setor.
“A expansão da prateleira vem acompanhada de crescimento do patrimônio, da base de investidores e da negociação, o que mostra que o produto tem ganhado relevância como instrumento de diversificação e acesso a diferentes estratégias”, afirma.
Além disso, ela reforça que o papel da B3 é continuar trabalhando com os reguladores e o mercado para desenvolver uma indústria cada vez mais ampla, líquida e eficiente.
Como resultado, o volume médio diário negociado no primeiro semestre do ano pleiteou a quantia de R$ 1,85 bilhão, avanço de 16% sobre os R$ 1,59 bilhão, do mesmo período de 2025.
Na janela mensal de 2026, o panorama passou de R$ 1,42 bilhão em maio para R$ 1,48 bilhão em junho, crescimento de 2,2%. Até o fechamento do primeiro semestre, a classe de ativos havia negociado R$ 225 bilhões no ano.
Os ETFs funcionam como plataformas digitais que conectam o investidor à Bolsa de Valores, através de fundos negociados, com atribuições semelhantes aos mecanismos de ações.
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