Brasil conquista 6ª posição na vitrine mundial de confiança do consumidor

Consumo
De acordo com a pesquisa da conjuntura, o resultado se atribui aos índices elevados do país nos postos de trabalho. (Foto: Envato Elements)

O Brasil angariou status internacional na categoria de otimismo do consumidor no mês de janeiro. No ranking mundial, o país assumiu a 6ª posição, contabilizando 55,1 pontos. 


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Os dados são um levantamento da empresa de consultoria mercadológica global, a Ipsos, no que consiste o Índice de Confiança do Consumidor (ICC). Segundo a configuração da pesquisa, o resultado se atribui na melhoria do desempenho das taxas de postos de trabalho no Brasil.

De acordo com o líder do Cluster de Experiência da Ipsos, Rafael Lindemeyer, o panorama demonstra que o indicador do Brasil supera em quatro pontos o averiguado em 2025, e que o país se localiza em degrau acima da economia do México e Estados Unidos.  

 “O avanço é sustentado pela melhora expressiva no subíndice de emprego, que sugere um início de ano marcado por maior percepção de estabilidade no mercado de trabalho e por uma leitura mais positiva em relação às condições futuras da economia”, reforça Rafael.

A consultoria constatou entrevistas pontuais em 30 países atestando a percepção dos consumidores quanto à situação atual, expectativas, investimentos e mercado de trabalho. No recorte brasileiro, o subíndice de empregos surge como um dos principais vetores do aumento da confiança.

Na abrangência analisada, o Brasil se posicionou no quesito de variações relevantes ao lado de países como ChileIsrael e Coreia do Sul. Na América Latina, o resultado brasileiro se destaca em um contexto regional marcado por trajetórias distintas. Enquanto Chile e Peru apresentaram crescimento, Argentina registrou recuo no mesmo intervalo.

“No cenário internacional, os movimentos seguem heterogêneos. Nos Estados Unidos, o índice de confiança permanece em patamar acima da neutralidade, com 53,8 pontos, apoiado por ganhos relevantes nos subíndices de emprego e expectativas, apesar de um ambiente ainda pressionado pelo custo de vida. Já a Argentina segue com níveis de confiança mais frágeis, refletindo um ambiente econômico ainda marcado por elevada incerteza e volatilidade”, analisa Lindemeyer.

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