Os segmentos em evidência no país: o setor automotivo, que avançou 18%, posteriormente hotelaria, que cresceu 16%, ambos em 2025. (Foto: Envato Elements)
Projeções redimensionadas ao mercado de luxo nacional, o que compõe, por exemplo, o setor automotivo e os segmentos de gastronomia e hotelaria, estimam investimentos de R$ 150 bilhões até 2030.
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A coleta dos dados é um levantamento da firma de consultoria Bain & Company, o qual a expectativa é que ocorra crescimento anual variando de 6% e 8%. Pesquisa da empresa de mercado global Euromonitor aponta expansão de 7% para 2025 e alta acumulada de 22% nos próximos cinco anos.
A companhia especializada em monitoria de mercado de luxo, Luxury Lab Global, avaliou que no país o mercado de luxo alavancou 26% no período que compreende de 2022 a 2024, taxa que suplantou a média global, que registrou apenas 3%. A análise sondou que no Brasil, o segmento se posiciona no critério de desenvolvimento na nona colocação no ranking internacional.
A taxa média anual de expansão do setor brasileiro atingiu 12%, e o faturamento total chegou a R$ 98 bilhões no ano passado, segundo dados da Bain & Company. No mesmo período, o mercado de luxo global movimentou 1,48 trilhão de euros, uma retração entre 1% e 3% frente ao ano anterior. A queda reflete, sobretudo, a desaceleração no mercado asiático, em especial na China.
Na avaliação formalizada ao que tange as projeções no Brasil, dentre os itens em destaque está o setor automotivo, que avançou 18% no ano passado. Em seguida, a hotelaria cresceu 16%, em razão das experiências personalizadas dos turistas. Saúde e bem-estar subiram 15%, impulsionados por procedimentos estéticos e tratamentos relacionados ao valor agregado elevado. Já o mercado imobiliário de luxo expandiu 13%.
Entre essas experiências estão o consumo em restaurantes de alta gastronomia, viagens aéreas na primeira classe e uso de benefícios do cartão black oferecidos por instituições financeiras aos clientes de alta renda.
Em relação aos programas de fidelidade, o faturamento atingiu R$ 21,9 bilhões no ano passado, crescimento de 17% ante 2023, conforme a Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf). No segmento, entre abril e junho, os rendimentos alavancaram ao patamar de R$ 5,8 bilhões, 13,3% a mais que no mesmo período do ano anterior.
A expansão também reflete a valorização dos benefícios do programa de pontos no mercado brasileiro.
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