Tesouro Nacional registra superávit primário de R$ 1,114 bilhão 

Por: Redação | Em:
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O superávit primário é o momento que evidencia a geração de receita maior em contrapartida ao acúmulo de despesa, no âmbito da governança pública. (Foto: Envato Elements)

A conjuntura apresentada no cálculo do Tesouro Nacional em novembro, incluindo a movimentação financeira do Banco Central (BC), apresentou superávit primário de R$ 1,114 bilhão. No balanço do ano, o acumulado registrou R$ 244,452 bilhões, também contabilizando a atuação monetária do BC. 


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superávit primário é o momento que evidencia a geração de receita maior em contrapartida ao acúmulo de despesa, no âmbito da governança pública, excluindo na conjuntura os gastos com juros e a dívida pública. 

A análise estatística apontou que o Banco Central obteve déficit de R$ 239,4 milhões no mês de novembro. No acumulado anual, a autarquia também teve déficit de R$ 914,4 milhões. No que concerne à meta estabelecida pelo arcabouço fiscal, alinhando ao limite do grau anual de despesas, o índice terminou novembro em 4,63%.

A receita líquida ajustada (RLA) é o eixo que define o contexto da despesa do arcabouço fiscal, e a projeção para o orçamento de 2026 estabelece crescimento de 6,37%, e resulta no limite de avanço das despesas de 2,50%, teto estipulado pelo arcabouço fiscal. 

A avaliação da conjuntura econômica para o próximo ano é feita pelo CEO da MA7 NegóciosAndré Matos, e se configura um grau maior de estabilidade nas expectativas, no que se verifica nas projeções de inflação e juros. André reforça na sinalização do mercado ao que tange a continuidade de uma política monetária firme e coerente ao objetivo de convergência inflacionária.

“Essas projeções finais também ajudam a calibrar o apetite ao risco. Elas não provocam uma virada imediata para posições mais agressivas, mas reduzem a necessidade de posturas excessivamente defensivas. O investidor passa a operar com mais clareza sobre o custo de capital esperado e sobre o ritmo provável da economia, o que favorece decisões mais racionais e menos reativas. Com isso, o mercado entra em 2026 mais previsível do que vinha sendo, ainda que não exatamente mais otimista. A cautela permanece, principalmente por conta do cenário fiscal e do ambiente internacional, mas agora ela vem acompanhada de maior visibilidade”, afirma André Matos.

A combinação de prudência com previsibilidade tende a melhorar a qualidade das decisões de investimento e planejamento financeiro no início do próximo ano”, reforça o CEO da MA7 Negócios.

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