Anbima lança guia para proteção cibernética no mercado de capitais

Por: Redação | Em:
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A proposta reforça a importância de práticas contínuas de prevenção, monitoramento e resposta a incidentes digitais. (Foto: Envato Elements)

O alinhamento ao que concerne à cibersegurança é um parâmetro que permeia os eixos para resguardar a segurança digital no universo do mercado de capitais. O enquadramento incentivou a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) na publicação de um guia para orientar investidores e interessados na temática.


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Neste ano a Anbima lançou a quarta edição da proposta. A primeira versão do programa foi lançada em 2016, e segundo a entidade, o projeto propõe esclarecer organizações na implementação de tópicos ao que tange pilares robustos contra ameaças no circuito tecnológico.   

De acordo com a entidade, a nova edição reforça a importância de práticas contínuas de prevenção, monitoramento e resposta a incidentes, e também destaca a necessidade de governança e atualização frente a inovações tecnológicas como a inteligência artificial.

A Anbima fornecerá apoio à 11ª edição da Pesquisa Internacional de Segurança Cibernética na Gestão de Recursos, organizada pelo Comitê Consultivo de Membros Afiliados (AMCC). “A evolução das ameaças exige que as instituições estejam preparadas para agir com rapidez e eficiência. Nosso objetivo é apoiar o mercado com orientações práticas e atualizadas”, pontua o diretor-executivo da Anbima, Zeca Doherty.

A nova edição do projeto apresenta cinco eixos estratégicos. Confira;  

  • Identificação e avaliação de riscos: o guia reforça que um programa adequado começa pelo diagnóstico, o que inclui conhecer os ativos críticos, entender vulnerabilidades e mensurar impactos para definir respostas adequadas;
  • Ações de prevenção e proteção: controles de acesso, políticas de senhas e medidas para proteger dispositivos e sistemas são essenciais para reduzir vulnerabilidades antes que se tornem problemas;
  • Controle, monitoramento e testes: monitoramento contínuo, inventários atualizados e testes regulares garantem que as defesas estejam funcionando e evoluindo;
  • Plano de resposta: outra recomendação do documento é ter um plano claro para reagir com agilidade — incluindo estratégias de contingência, comunicação eficiente e equipes preparadas.
  • Governança: por fim, o material destaca que cibersegurança é cultura. Políticas, comitês e indicadores ajudam a manter o contexto atualizado e alinhado às melhores práticas do mercado.

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