O programa, lançado em maio, é uma proposição da chamada pública de projetos para o Nordeste da Nova Indústria Brasil (NIB). (Foto: Andrea Pinheiro – Sudene)
Projeções para incentivar a indústria no Nordeste contabilizam aprovação de 189 propostas oriundas de levantamentos de todos os estados da região e somam investimentos de R$ 113 bilhões, quase 11 vezes superior à estimativa inicial, de R$ 10 bilhões.
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O programa, lançado em maio, é uma proposição da chamada pública de projetos para o Nordeste da Nova Indústria Brasil (NIB). O foco das tratativas dispões de crédito para iniciativas estruturantes em inovação, reindustrialização e desenvolvimento sustentável. No total, a chamada abarcou R$ 127 bilhões em 245 propostas.
De acordo com o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, o englobamento representa para o Nordeste uma prova inquestionável do potencial de inovação e do empreendedorismo da região.
“E o mais importante: 74% destas propostas vêm de micro, pequenas e médias empresas, que são o motor que transforma inovação em emprego e renda. Com esta chamada, estamos garantindo que o desenvolvimento sustentável e a neoindustrialização cheguem na ponta, alcançando os que estão mais perto das necessidades e das oportunidades locais”, avalia Alckmin.
A distribuição detalhada pontuou 59 propostas em bioeconomia com foco em fármacos, 39 projetos no alcance do hidrogênio verde, 44 projetos para data centers verdes, 40 iniciativas no setor automotivo, incluindo máquinas agrícolas, com 37 projetos.
“A reativação do Comitê Regional das Instituições Financeiras Federais (CORIFF), conduzido pela Sudene, permitiu reunir os principais atores financeiros do Governo Federal em torno de uma agenda integrada. Essa governança renovada tornou possível alinhar instrumentos, antecipar oportunidades e posicionar o Nordeste como protagonista de uma nova fase da indústria brasileira”, reforça o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre.
A Chamada Nordeste da Nova Indústria Brasil é resultado de uma ação conjunta de fomento, envolvendo os bancos públicos federais – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil (BB), Caixa Econômica Federal (Caixa), Banco do Nordeste (BNB) – e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), contando com apoio técnico da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste (Consórcio Nordeste).
“No governo do presidente Lula, o Nordeste voltou a ser prioridade, porque tem proposta, tem desenvolvimento e precisa ser tratado com a dignidade que não teve em governos anteriores. O BNDES aumentou em 32% os recursos para a região e essa chamada é um marco para o Nordeste, vai significar um salto de desenvolvimento e de oportunidades“, relata o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
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