O deságio médio nos certames alcançou 15,45%, o que resultou em um preço médio de R$ 207,81/MWh pela energia contratada. (Foto: Envato Elements)
Os três leilões de energia existente realizados na última sexta-feira (14) garantiram um investimento total de R$ 6,48 bilhões. Este montante será destinado à contratação de energia de 42 usinas localizadas nas regiões Norte e Nordeste do país, a fim de suprir a demanda de distribuidoras de dez estados brasileiros.
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A organização do certame ficou a cargo da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), entidades que buscam garantir a segurança e a eficiência do suprimento energético.
O deságio médio nos certames alcançou 15,45%, o que resultou em um preço médio de R$ 207,81/MWh pela energia contratada. Por consequência, a economia gerada diretamente aos consumidores finais foi significativa, totalizando R$ 1,18 bilhão, reforçando a competitividade do processo de leilão. As 42 empresas vencedoras negociaram um volume expressivo de cerca de 31,2 TWh para os próximos anos.
Todos os contratos firmados nos leilões de energia têm um prazo de dois anos para o suprimento. O leilão A-1 obteve o maior deságio, de 26,52%, com preço médio de R$ 203,89/MWh, e contratou R$ 2,16 bilhões com início de suprimento em janeiro de 2026.
Já o leilão A-2 registrou um deságio de 14,42%, com preço médio de R$ 203,60/MWh, e contratou R$ 2,28 bilhões para começar em janeiro de 2027.
O leilão A-3, por sua vez, demonstrou o menor deságio, com 0,99%, resultando em um preço médio de R$ 212,88/MWh, mas ainda assim contratou R$ 2,04 bilhões em energia que terá início em janeiro de 2028.
No total, as distribuidoras asseguraram o suprimento de 10 estados: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe
*Com informações do eixos
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