O resultado, divulgado pelo Ipece, mostra que o índice dos últimos 12 meses ficou em 4,59%, próximo ao teto da meta nacional de 4,50%. (Foto: Freepik)
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) registrou deflação de 0,02% em outubro, após a alta de 0,38% em setembro. O resultado, divulgado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), mostra que a inflação acumulada no ano chegou a 3,46%, enquanto o índice dos últimos 12 meses ficou em 4,59%, próximo ao teto da meta nacional de 4,50%.
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No Brasil, o IPCA subiu 0,09% em outubro, bem abaixo dos 0,48% de setembro. O acumulado no ano ficou em 3,73%, e a taxa anual chegou a 4,68%, segundo o IBGE. Capitais como Goiânia (0,96%), Porto Alegre (0,33%) e Vitória (0,31%) apresentaram os maiores aumentos mensais, enquanto Fortaleza manteve um ritmo mais contido. A inflação nacional segue controlada, influenciada pela redução de custos em setores-chave, como energia e transporte.

Daniel Suliano, analista de Políticas Públicas do Ipece, explica que três dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram deflação. Os maiores recuos ocorreram em habitação (-0,70%) e transportes (-0,27%), segmentos com peso relevante no cálculo do IPCA local.
A queda de 4,82% no preço da energia elétrica residencial foi decisiva, após a troca da bandeira vermelha patamar 2 pela patamar 1, reduzindo o adicional cobrado de R$ 7,87 para R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) da RMF variou 0,01% em outubro, frente a 0,36% em setembro, acumulando 4,60% em 12 meses. No país, o índice ficou em 0,03%, ante 0,52% no mês anterior, com taxa anual de 4,49%.
O indicador, voltado às famílias com renda de até cinco salários mínimos, reforça o controle da inflação e indica um ambiente de preços mais estável para o consumo doméstico.
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