Companhias estimaram um impacto financeiro das tarifas dos EUA de US$ 21 bilhões a US$ 22,9 bilhões para 2025 e de US$ 15 bilhões para 2026. (Foto: Envato Elements)
Empresas globais projetam mais de US$ 35 bilhões em custos relacionados às tarifas comerciais dos Estados Unidos (EUA), mas começaram a reduzir suas previsões após novos acordos firmados pelo governo Donald Trump. A guerra comercial elevou as tarifas americanas ao maior nível desde a década de 1930, e a redução recente reflete uma melhora na previsibilidade dos custos e na estabilidade das cadeias de suprimento.
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Entre julho e setembro, companhias estimaram um impacto financeiro de US$ 21 bilhões a US$ 22,9 bilhões para 2025 e de US$ 15 bilhões para 2026, segundo análise da Reuters. O total, superior aos US$ 34 bilhões registrados em maio, foi impulsionado por uma projeção de US$ 9,5 bilhões da Toyota. Outras empresas, como Remy Cointreau, Pernod Ricard e Sony, reduziram suas estimativas após os acordos com União Europeia e Japão.
“Acreditamos que as tarifas serão apenas mais uma variável de nossa equação de negócios que precisamos estar prontos para gerenciar, e o faremos”, afirmou o presidente-executivo da Stellantis, Antonio Filosa. A montadora investirá US$ 13 bilhões em quatro anos na fabricação nos EUA, após ter alertado, em julho, para prejuízos de 1,5 bilhão de euros com as tarifas.
Andrew Wilson, secretário-geral adjunto da Câmara de Comércio Internacional, destacou que os novos acordos sinalizam um ponto de equilíbrio nas negociações, mas que ainda há complexidade e incerteza nas relações comerciais. Trump cogitou novas tarifas de 100% sobre a China, mas admitiu que a medida seria insustentável diante das tensões atuais entre os dois países.
*Com informações do portal Forbes.
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