Receita Corrente Líquida do Ceará recolheu R$ 18,91 bilhões no 1º semestre de 2025

Por: Redação | Em:
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O ICMS arrecadou R$ 9,87 bilhões no acumulado dos seis primeiros meses de 2025. Economista avalia a conjuntura. (Foto: Envato Elements)

Receita Corrente Líquida (RCL) do Governo do Estado do Ceará apresentou no primeiro semestre deste ano receita de R$ 18,91 bilhões, crescimento de 31,27% no comparativo ao mesmo período de 2019. Em relação a 2024, o quadro se mostra estável, contabilizando no ano passado leve alta de R$ 19,01 bilhões. A RCL é calculada baseada em fatores diversos como impostos sobre os serviços, receitas dos tributos sobre os veículos, critério patrimonial e outras atribuições de transferências, como o repasse de recursos da União. 


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Um dos impostos inclusos na sistemática é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o qual no acumulado nos seis primeiros meses de 2025 arrecadou R$ 9,87 bilhões, superando em 2,61% o que foi registrado em idêntico período de 2024 (R$ 9,61 bilhões). A análise é uma avaliação do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece).

O economista Ricardo Coimbra afirma que a conjuntura mostra que a situação fiscal do Ceará demonstra sinais de crescimento e equilíbrio, apresentando capacidade de organização financeira. O especialista destaca que apesar das recentes reestruturações do ICMS, referente à diminuição da composição, mesmo assim se evidencia um cenário positivo.

Ricardo aponta que o requisito do planejamento fiscal do estado apresentar equilíbrio é um ponto primordial para atração de investimentos, refletindo no crescimento da atividade econômica ao longo dos últimos ciclos. O economista enfatiza que, com o resultado da atividade econômica acima da média nacional, pontua-se a atração de novos investimentos, estimulando a melhoria da situação do caixa de arrecadação estadual.

“Então o conjunto dessas variáveis é que potencializa um cenário positivo para médio e longo prazos, ou seja, uma boa estruturação fiscal e a potencialidade e continuidade do crescimento da economia que gera ainda mais crescimento da arrecadação do estado”, frisa Ricardo Coimbra.

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