O Brasil aparece ao lado de países como Colômbia, Panamá, China, Tailândia, Indonésia, Filipinas, México e Malásia. (Foto: Freepik)
Segundo o estudo Expat Insider 2025, da InterNations, os países com os ambientes financeiros mais acessíveis para estrangeiros estão concentrados majoritariamente na Ásia e América Latina — e o Brasil figura no top 10 dos destinos mais econômicos.
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O Vietnã lidera pela quinta vez consecutiva o ranking de custo de vida acessível. De acordo com o levantamento, nove em cada dez expatriados no país afirmam que a renda familiar é suficiente ou superior para uma vida confortável. No entanto, o país ocupa apenas a 93ª posição no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), atrás de economias como Equador, México e Colômbia.
O Brasil aparece ao lado de países como Colômbia, Panamá, China, Tailândia, Indonésia, Filipinas, México e Malásia. A pesquisa ouviu estrangeiros residentes em 46 países, que avaliaram custo de vida, satisfação financeira e adequação da renda familiar. O resultado coloca o país sul-americano como um dos destinos financeiramente mais acessíveis em 2025.
No ranking completo do Expat Insider 2025, o Brasil ocupa a 15ª posição entre 46 países. O país se destaca na categoria facilidade de adaptação, ficando em 6º lugar, impulsionado pela receptividade dos brasileiros, cultura acolhedora e a possibilidade de construir amizades locais. Em finanças pessoais, aparece em 10º lugar, reforçando a percepção de custo de vida competitivo.
Em contrapartida, os resultados apontam fragilidades em áreas estruturais. O Brasil ficou em 36º lugar em qualidade de vida, com avaliações baixas em segurança, transporte e clima. Também aparece em 35º em trabalho no exterior, reflexo de salários pouco atrativos, perspectivas de carreira limitadas e dificuldades em manter equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Já em essenciais para expatriados, ocupa o 29º lugar, em razão da burocracia, barreiras de idioma e adaptação digital.
Apesar das limitações, o Brasil alcançou o 13º lugar em felicidade geral, o que sugere que, mesmo diante de desafios econômicos e estruturais, estrangeiros encontram no país um ambiente acolhedor, culturalmente vibrante e financeiramente mais acessível que em outros destinos.