Cresce movimentação na aviação de negócios

Por: Redação | Em:
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A movimentação aérea no primeiro semestre de 2025 foi 32% maior em comparação ao mesmo período do ano anterior. (Foto: Envato Elements)

Momento proativo para o setor da aviação de negócios do Brasil. Isso porque, segundo dados da Associação Brasileira de Aviação Geral (ABAG), a movimentação aérea no primeiro semestre de 2025 foi 32% maior em comparação ao mesmo período do ano anterior, inclusive, batendo recorde no maior volume registrado, desde 2020.


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As informações foram levantadas por setor funcional da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e pelo Departamento de Controle de Espaço Aéreo (DECEA), o qual constatou crescimento expressivo na frota nacional, contabilizando aumentos de 18% em jatos, de 13% em turboélices e 10% em helicópteros a turbina.

As entidades prospectam que as operações aéreas da aviação de negócios atinjam um milhão de voos este ano. Segundo o CEO da ABAG, Flávio Pires, o país representa um mercado ativo no segmento, onde contempla todas as modalidades da aviação de negócios, infraestrutura aeroportuária, contando com profissionais capacitados e escolas de formação.

“A aviação de negócios é um motor de desenvolvimento econômico e social, conectando cidades, fomentando investimentos e ampliando a mobilidade de pessoas e empresas. Precisamos trabalhar para preservar e fortalecer esse setor estratégico para o Brasil”, reforça Flávio Pires.

Essa movimentação reflete também no englobamento público. A Embraer e empresas japonesas do setor aéreo ampliaram parcerias em maio deste ano, concretizando a venda de 15 jatos de fabricação brasileira, negócio que renderá R$ 10 bilhões à companhia nacional. As tramitações contaram com a presença do presidente Lula e comitiva, à época, em viagem ao Japão.

“Com a venda dos aviões para os mercados internacionais, precisaremos preparar mão de obra brasileira, estruturando nosso grande plano de preparar nossos jovens para esse novo mercado de trabalho que se desenha no Brasil, que é o da aviação. Isso vai gerar emprego e renda e movimentar a economia”, relatou o ministro de Porto e AeroportosSilvio Costa Filho.

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