O turismo de negócios movimentou R$ 9,75 bilhões nos oito primeiros meses do ano. Ao passo que a cifra representa recorde para o período, e crescimento de 8,21% na comparação ao mesmo intervalo de meses de 2025.
A constatação apurou que o resultado se conjugou em decorrência do transporte aéreo e da hotelaria. Nesse ínterim, as viagens de avião introduziram faturamento de R$ 5,83 bilhões no acumulado do ano. Além disso, as hospedagens assinalaram R$ 2,88 bilhões. Em agosto, o setor aéreo resultou em aportes de aproximadamente R$ 798 milhões.
O levantamento é uma compilação do Ministério do Turismo, em consonância com a Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp). A entidade aponta que o panorama continua relevante para reuniões, eventos, negociações, treinamentos e visitas técnicas.
Além disso, ao que tange o número de passageiros, as estatísticas apontam que no período que compreende de janeiro a agosto, o circuito ultrapassou pela primeira vez o índice de 68 milhões de passageiros. O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, reforça que os números confirmam o que a pasta tem constatado, no aspecto de pontuar que o turismo corporativo é um pilar essencial da economia brasileira.
“Esse crescimento não significa apenas mais viagens, mas também mais empregos, mais hotéis movimentados e um setor de serviços mais forte na ponta. Estamos caminhando para um ano histórico, e o Ministério do Turismo segue empenhado em apoiar esse segmento, garantindo que o Brasil seja um destino cada vez mais preparado, moderno e estruturado para receber grandes eventos e os viajantes a trabalho”, relata Feliciano.
Organização no momento de planejar a viagem corporativa
O Affinity Seguro Viagem, entidade especializada em consultoria e gestão de viagens, frisa que a primeira etapa consiste em estabelecer uma política de viagens corporativas dentro da empresa. Segundo o direcionamento inicial, a elaboração de um documento pode determinar quem está apto a viajar. Em itens como quais solicitações incidem para aprovação, ao que concerne nas categorias de transporte e hospedagem que são permitidas e quais gastos podem ser reembolsados.
Contudo, a consultoria ressalta que é recomendável definir prazos para delimitar as reservas. No monitoramento de contratos de passagens e hotéis com antecedência. Por assim, a empresa tende a encontrar mais opções de horários, tarifas e condições de cancelamento. Em conclusão, viagens solicitadas em cima da hora podem elevar os custos e limitar alternativas em caso de mudanças na agenda.
Neste critério, fator a analisar se refere ao custo total, e não apenas o preço da passagem. Por exemplo, taxas de bagagem, deslocamentos terrestres, alimentação, estacionamento, internet e eventuais alterações precisam inserir no planejamento prévio.
No esboço geral, o Affinity Seguro Viagem pressupõe que centralizar solicitações, reservas, aprovações e comprovantes reduz o risco de informações desencontradas. A corporação pode intermediar o acompanhamento de indicadores como gasto médio por viagem, antecedência das compras, frequência de cancelamentos e principais destinos.
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