Aperfeiçoamento digital é fator essencial para desenvolvimento do empreendedorismo

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A desburocratização de processos digitais é um fator apontado para o desenvolvimento dos negócios. Especialista sugere a criação de site quando o circuito apresenta sinais de crescimento. (Foto: Envato Elements)

O ofício de empreender requer habilidades estratégias específicas no intuito de adquirir a interlocução com o consumidor, é o que aponta consultoria do Serviço Brasileiro de Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), juntamente ao HostGator.

Nesse ínterim, o Brasil registrou a abertura de 3,6 milhões de empreendimentos entre janeiro e julho deste ano. O resultado representa alta de 14% em relação ao mesmo período de 2025. O estudo é uma análise do Sebrae embasado em levantamento da Receita Federal.

Ao passo que a análise do Sebrae aponta que do total apurado, cerca de 97% são pequenos negócios. Nisto, a entidade reconhece que garantir um cenário propício ao desenvolvimento desses novos empreendimentos é desafiador.

O presidente do Sebrae, Rodrigo Soares, destaca que o desafio é trabalhar para que o ambiente de negócios se torne cada vez mais favorável. “E assegurar a esses empreendedores as condições necessárias para que eles continuem crescendo e investindo em inovação, capacitação e aumento da produtividade”, afirma.

A desburocratização de processos via a implantação dos mecanismos digitais é o fator realçado por brasileiros no sentido de favorecer a imersão no empreendedorismo. O Sebrae menciona que a internet facilitou a abertura de negócios, contudo pondera que o maior acesso proporcionou competitividade e a partir disso se necessita de uma regulação aprimorada no circuito on-line.

De acordo com a HostGator, mais de 600 mil sites foram configurados pela plataforma entre janeiro e agosto deste ano. Ao que tange os servidores ativos, 62% têm domínio próprio e 60,7% utilizam ferramentas de Inteligência Artificial (IA). 

Como resultado, o especialista de SEO da HostGator, Fernando Carvalho, ressalta que a demanda por autonomia digital ocorre numa crescente nos últimos anos. “Os dados mostram que criar essa base própria está cada vez mais rápido e acessível, mesmo para quem não tem conhecimento técnico”, analisa.

Diversificação no planejamento digital

As vantagens que se atribui ao panorama de está inserido no escopo virtual projeta apresentação de produtos e serviços, relacionamento com clientes e visibilidade. Estudo da Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada com apoio do Sebrae em 2024, resultou que as plataformas são consideradas “muito importantes para o negócio” por 89% dos empreendedores brasileiros.

Neste englobamento, a HostGator implica que o empreendedor se limitar a investir apenas no perfil pessoal da empresa prejudica na expansão comercial do negócio. Fernando Carvalho salienta que a rede social é ideal para descoberta e proximidade com o cliente. No entanto, sugere que a garantia na permanência do relacionamento posiciona no monitoramento de um site, mesmo em períodos de instabilidade digital.    

“Estar nas redes sociais significa ter um perfil onde você publica e interage, mas dentro das regras, do algoritmo e do ritmo de quem é dono da plataforma. Presença digital estruturada é ter uma base própria — site, domínio, e-mail profissional, às vezes uma loja virtual — que funciona de forma independente e que o empreendedor controla de ponta a ponta”, explica.

O passo a passo estratégico para a implantação do site

A fase preponderante para a implementação da plataforma após o desenvolvimento do negócio e a criação do perfil decorre quando o empreendimento deslancha. Ou seja, esta é a pontuação de Fernando Carvalho.    

“O momento ideal costuma aparecer quando o negócio já tem alguma tração nas redes sociais — pedidos recorrentes, seguidores fiéis, um catálogo mais consolidado — e passa a sentir que depende de um único canal para vender, se comunicar e ser encontrado”, relata.

O especialista acentua que a partir de então se notabiliza adquirir o próprio site, porque conforme Fernando, o empreendedor começará a controlar as normas virtuais do negócio, sem a necessidade da dependência do algoritmo.

Por exemplo, o especialista sinaliza características de crescimento quando o negócio começa a receber buscas no Google. Ele cita também quando o empreendedor é questionado se tem site. Além disso, percebe prejuízo quando a rede social sai do ar ou muda o algoritmo. Delimita observação que o negócio cresceu no sentido de necessitar de um catálogo, checkout ou agenda mais robusta do que a rede social oferece.

“Outro sinal importante é a necessidade de credibilidade em vendas maiores ou parcerias. Ter um endereço digital sério, com domínio próprio e meios de pagamento integrados, pesa na hora de fechar negócio com clientes e fornecedores mais exigentes. Quando isso acontece, o site deixou de ser ‘bom ter’ e passou a ser parte da estrutura do negócio”, frisa.

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