Ceará lidera ranking de competitividade no Norte e Nordeste

Ceará
No indicador geral de competitividade do Nordeste, o estado ocupa a 1ª colocação. Em destaque nas áreas de educação, capital humano, eficiência da máquina pública e investimento público. (Foto: Gladison Oliveira)

O Ceará conquistou o patamar de estado mais competitivo do ano até o momento do Norte e Nordeste. A referência é uma análise do Ranking de Competitividade dos Estados 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP).    

Ao passo que a conjuntura demonstra que o estado alavancou três posições no cenário nacional. Neste ranking, o Ceará ocupa o 11º lugar. As principais áreas em destaque: educação, capital humano, eficiência da máquina pública e investimento público.

O resultado em detalhes:

  • 1º lugar do Nordeste em competitividade, no indicador geral;
  • 1º lugar do Nordeste em Capital Humano;
  • 1º lugar do Nordeste em Educação;
  • 1º lugar do Nordeste em Eficiência da Máquina Pública;
  • 1º lugar do Nordeste em Investimento Público;
  • 3º lugar no Brasil em Investimento Público.

Na conjuntura nordestina, a critério de pontuação, após o Ceará, Paraíba surge em seguida na 12ª colocação, logo após Rio Grande do Norte (15º); Sergipe (16º); Pernambuco (17º); Alagoas (18º), Piauí (19º), Bahia (21º), e Maranhão (23º).

Por assim, a edição do panorama deste ano averiguou as 27 unidades da Federação a partir de 100 indicadores. Além disso, os itens estão distribuídos em 10 pilares. Os eixos contemplados: infraestrutura; segurança pública; educação; sustentabilidade social; sustentabilidade ambiental; solidez fiscal; eficiência da máquina pública; capital humano; inovação e potencial de mercado.

Ceará atinge nota máxima na capacidade de pagamento

O Ceará recebeu nota máxima no respectivo índice da capacidade de pagamento A + (Capag A+). O resultado é concretizado pela terceira vez consecutiva. A Capag é um demonstrativo que dispõe a viabilidade do estado no critério de contrair empréstimos da União em razão da situação fiscal. O resultado é uma nota que pode ser de A a D.

Por exemplo, o cálculo estuda três variáveis principais: endividamento, liquidez e poupança corrente. Nisso, são avaliados o grau de solvência, a relação entre receitas e despesas correntes e a situação de caixa.

Em conclusão, a Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz-CE) denota que a nota máxima reflete a política fiscal e econômica conduzida nos últimos anos no estado. “Uma situação fiscal equilibrada, com dinheiro em caixa e o menor endividamento dos últimos 15 anos, representa mais recursos para garantir que o Ceará mantenha o investimento público em crescimento, que já ultrapassou R$ 4,1 bilhões em 2026”, pontua a Sefaz.

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