O Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) recebeu aporte de R$ 2,2 bilhões provenientes do banco dos Brics, e da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD).
Atualmente, publicado no Diário Oficial da União, o fundo é administrado pela Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).
As ofertas de créditos proporcionadas serão direcionadas em especial para áreas de infraestrutura, indústria, logística e transição energética instalados no segmento de atuação da autarquia.
Além disso, a capitalização permitirá fortalecer o apoio a iniciativas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Neste contexto, prioridade para projetos de proteção da biodiversidade, adaptação às mudanças climáticas e desenvolvimento urbano e rural de baixo carbono.
Ao passo que os recursos serão distribuídos em US$ 300 milhões via verbas do Brics, desembolsos previstos no período que compreende de 2026 e 2029.
No outro alinhamento, a Agência Francesa de Desenvolvimento aplicará cerca de R$ 700 milhões, em parcelas anuais de 24 milhões de euros a partir deste ano, até 2030.
Contudo, o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre, denota que a conjuntura monetária internacional credencia o fundo nordestino em impulsionar projetos regionais.
“O aporte fortalece um instrumento público de financiamento, ampliando a capacidade da Sudene de apoiar projetos que geram emprego, aumentam a competitividade e promovem uma transição sustentável da economia nordestina“, reforça.
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