Os mercados iniciam o dia sob pressão após escalada geopolítica no Oriente Médio. O risco de interrupção no fornecimento de energia mantém o petróleo em alta e eleva a aversão a risco, com bolsas em queda e fluxo para dólar e Treasuries.
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O choque de energia reforça o cenário de juros elevados por mais tempo. Rendimentos dos Treasuries avançam e investidores ajustam posições diante do risco inflacionário global. A combinação de guerra e inflação mantém o ambiente volátil.
O que mexe com o mercado
• Petróleo pressiona inflação global
O conflito mantém o petróleo elevado e aumenta o risco de choque inflacionário. O movimento afeta cadeias globais e reduz espaço para cortes de juros.
• Juros globais seguem restritivos
Com inflação pressionada por energia, bancos centrais mantêm postura cautelosa. Treasuries em alta reduzem apetite por risco.
• Bolsas reagem à geopolítica
Mercados globais operam sem direção única, com viés negativo. Investidores migram para ativos defensivos diante da incerteza.
• Brasil segue fluxo externo
Ativos locais refletem o cenário global, com pressão no câmbio e nos juros. O ambiente externo domina o direcionamento do mercado doméstico.
• Dólar ganha força global
A moeda americana avança frente a emergentes. O movimento pressiona moedas como o real e amplia volatilidade.
Brasil no radar
O mercado brasileiro abre pressionado pelo cenário externo. O dólar opera acima de R$ 5,16, acompanhando a valorização global da moeda americana e a aversão a risco.
O Ibovespa oscila próximo dos 180 mil pontos, com influência direta de commodities e fluxo estrangeiro. Petrobras tende a reagir ao petróleo, enquanto bancos e varejo sentem o impacto dos juros mais altos.
Os juros futuros avançam em toda a curva, refletindo o risco inflacionário global e a alta dos Treasuries. O movimento reduz espaço para cortes da Selic no curto prazo.
Fechamento — 01 de abril de 2026
Dow Jones: -0,9%
S&P 500: -1,1%
Nasdaq: -1,4%
Stoxx Europe 600: -0,8%
Ibovespa: -0,7%
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