Durante o pregão, o Ibovespa chegou a superar os 187 mil pontos, mas perdeu parte da força ao longo do dia. (Foto: Divulgação/B3)
O índice Ibovespa, da B3, encerrou a última terça-feira (3) aos 185.674 pontos, com valorização de 1,58%, e conquistou seu nono recorde de fechamento em 2026. Durante o pregão, o índice chegou a superar os 187 mil pontos, mas perdeu parte da força ao longo do dia.
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O bom desempenho do Ibovespa foi impulsionado pelo fluxo contínuo de investimentos estrangeiros, que têm sustentado a alta nos últimos meses. Além disso, a valorização das ações da Vale, que subiram 4,92%, contribuiu para o resultado positivo do índice.
Além disso, a alta também refletiu a sinalização do Banco Central (BC) sobre corte de juros, conforme divulgado na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que reforçou as expectativas do mercado sobre a política monetária para os próximos meses.
Após recuo expressivo pela manhã, o dólar comercial fechou cotado a R$ 5,25, com queda de apenas 0,15%. A moeda americana acumula desvalorização de 4,38% em 2026, refletindo o cenário de maior apetite por ativos brasileiros.
Na mínima do dia, por volta das 11h30, a cotação alcançou R$ 5,20, mas perdeu força durante a tarde. O movimento foi influenciado pela redução do otimismo nos mercados internacionais e por especulações sobre as futuras diretorias do Banco Central (BC), que geraram cautela entre investidores.
Em Wall Street, os mercados fecharam em queda, com investidores atentos à divulgação de balanços financeiros, especialmente de empresas do setor de tecnologia. O Dow Jones caiu 0,34%, aos 49.241,06 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 0,84%, aos 6.917,79 pontos. O Nasdaq, que concentra companhias de tecnologia, registrou perdas de 1,43%, aos 23.255,19 pontos.
As bolsas europeias foram afetadas pela queda brusca nos metais preciosos no dia anterior, o que levou investidores a vender outros ativos para compensar perdas. No entanto, ao longo do dia o ritmo dessas quedas diminuiu, permitindo que os mercados europeus se recuperassem parcialmente. O índice STOXX 600 subiu 0,10%, enquanto na Alemanha o DAX recuou 0,07%. Na França, o CAC 40 teve perdas de 0,02%, e no Reino Unido o FTSE 100 caiu 0,26%.
Já as bolsas asiáticas tiveram um dia de fortes perdas. A Bolsa de Xangai caiu 2,48%, para 4.015 pontos, e o CSI300 recuou 2,13%, para 4.605 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 2,23%, chegando a 26.775 pontos. Outros mercados também recuaram: o Nikkei caiu 1,2% (52.655 pontos), o Kospi despencou 5,26% (4.949 pontos), o Taiex caiu 1,37% (31.624 pontos), e o Straits Times perdeu 0,26% (4.892 pontos).
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