A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (WIPO, na sigla em inglês), menciona que mesmo o país ocupar um dígito abaixo acerca da constatação anterior no critério de status de inovação, é um parâmetro de avanço.
Ao passo que a entidade infere a conjuntura em virtude que na análise de 2020, o Brasil situava na 62ª posição. Atualmente, o país pontua na 53ª posição entre 139 nações ranqueadas. No índice anterior, na 52ª.
“Sua forte atividade de marcas registradas (8º), pagamentos de propriedade intelectual (13º), capital de risco em estágio avançado (16º), investidores corporativos em P&D (23º) e modelos de uso (24º) sustentam um ecossistema que tem pontos fortes em ciência e atividade empresarial”, frisa o relatório.
Na América Latina, por assim, segundo a pesquisa, o Chile lidera na frente do Brasil em duas posições, assinalando aa 51ª colocação. Posteriormente, seguem México (65º), Uruguai (66º) e Costa Rica (70º).
O relatório cita, em conclusão, que a América Latina e Caribe agregam universidades relevantes no âmbito continental. Em destaque a Argentina, o Brasil, Chile, Colômbia e México, contudo, aponta que a colaboração universidade-indústria permanece limitada. Acrescentando que a produção científica, P&D empresarial, financiamento para escala e coordenação institucional também são desiguais.
São Paulo em evidência no ramo da tecnologia
São Paulo evidencia como único estado do país que insere numa plataforma de tecnologia da avaliação internacional. O estado, ou seja, se destaca no item cluster, e no ranking, ocupa o 49º lugar. O cluster é uma plataforma que agrega conjunto de recursos tecnológicos interligados para funcionar como uma única unidade.
O circuito paulista do instrumento nos últimos cinco anos, como resultado, infiltrou 955 solicitações internacionais de patentes. Além disso, publicou 51.016 artigos científicos e realizou 1.595 negócios de capital de risco.
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