O sistema Open Finance pode gerar receita de R$ 42 bilhões no Brasil até o final do ano, conforme levantamento da empresa global especializada em finanças, a PwC.
Segundo constatação da Open Finance Brasil, no conjunto sistemático em operação no país, agrega-se mais 100 milhões de usuários enquadrados no ecossistema.
A conjuntura funciona na interseção do histórico financeiro e também dos dados bancários do ente monetário em diversas instituições autorizadas pelo Banco Central.
Ao passo que o ingresso no Open Finance proporciona acesso a crédito mais barato, propostas de empréstimo personalizadas e tarifas adequadas.
De acordo com o Grupo DB1, multinacional de tecnologia, a tendência atual do Open Finance consiste na capacidade de interpretar o circuito no acesso às informações.
E no contexto, também utilizar o recurso de maneira estratégica para gerar receita, eficiência e vantagem competitiva.
Por exemplo, o Grupo BD1 aponta que escritórios contábeis que acessam extratos financeiros automaticamente acabam reduzindo tarefas manuais.
O que, conforme a respectiva análise, o procedimento pode restringir a descoberta de novas fontes de negócios.
A corporação realça que existem casos de organizações que utilizam dados financeiros para criar novos produtos e serviços, como ofertas de Banking as a Service (BaaS).
“A informação já está disponível. O que vai diferenciar as empresas é saber como utilizá-la. Não adianta ter acesso aos dados e não saber o que fazer com eles”, afirma Roberto Padilha, CTO do Grupo DB1.
A análise corporativa da empresa enfatiza que o Brasil já se posiciona como um dos mercados mais avançados do mundo em Open Finance.
O ativo empresarial destaca iniciativas como o PIX e a atuação do Banco Central, e reforça que a distinção corporativa se atrela na capacidade de transformar dados em decisão e valor para o negócio.
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