Cid Alves propõe convergência de ações para evolução do agronegócio cearense

Cid Alves
Cid Alves - imagem - é o presidente da Federação das Associações do Comércio, Indústria, Serviços e Agropecuária do Ceará (FACIC). (Foto: Douglas Emmanuel)

O presidente da Federação das Associações do Comércio, Indústria, Serviços e Agropecuária do Ceará (FACIC), Cid Alves, considera que as ações do setor do agronegócio cearense convirjam para a evolução do segmento.

Segundo Cid, a Facic se mobiliza no aspecto de acatar as propostas das entidades associativas.  

“E congregar juntos e numa dinâmica de fazer com que a atividade de nossos setores produtivos evolua, e a gente na verdade avance firme e atinjamos o objetivo”, relata.

Além disso, o gestor destaca que a Facic atua em conjunto aos órgãos representativos, e pontua que a instituição não compactua com divergências políticas internas.    

“Nós estamos ao lado de todos, do Eproce, da Secretaria de Agricultura do Estado, das Secretarias de Agricultura dos demais municípios do estado do Ceará. Nós apoiamos na intensidade que for necessário, e no que pudermos”, frisa.    

Ao passo que Cid avalia que respectiva gestão obteve a credibilidade para fazer uma sucessão no sentido de concretizar os objetivos que propõe a Facic.

“O que a Facic quer é que o setor produtivo do comércio, que eu represento, da indústria e do agronegócio evoluam. Então juntos com o Eproce e com as demais entidades do setor produtivo do agro a gente pode conseguir isso”, reforça.

Proposta do BNB é modernizar produção rural

A superintendente do BNB no Ceará, Eliane Brasil, pontua que os produtores rurais procurem a instituição bancária para estimular a modernização da própria produção.

Eliane aponta os mecanismos relacionados a implementos, irrigação, e transporte como tratores.

A superintendente do banco analisa que o associativismo é um símbolo do estado do Ceará, e que a metodologia é aplicada no agronegócio.

“É a agregação de produtores para tratar de assuntos comuns, para tratar de assuntos relacionados com a melhoria dos produtos”, afirma.

Ela disse que entidades como a Facic e a Fecomércio-CE, se integram para auxiliar em projetos para os produtores rurais.   

“A Fecomércio tem projetos riquíssimos, na Ibiapaba, no Cariri, e a gente está sempre junto desses projetos”, ressalta.

O presidente da Fecomércio, Luiz Fernando Bittencourt, disse que a gestão está sempre buscando parcerias para fortalecer os elos institucionais.

Bittencourt assumiu recentemente o cargo, e destacou que estar seguindo um rito de continuidade e responsabilidade.

Eliane Brasil, superintendente do BNB no Ceará. (Foto: Divulgação)

Facic integra Eproce na nova diretoria do agronegócio

O Encontro dos Produtores Rurais do Ceará (EPROCE) realizou reunião nesta sexta-feira (12) em Fortaleza com representações do setor.

O EPROCE é um movimento sem fins lucrativos que reúne e une produtores rurais do Ceará para fortalecer o agronegócio.

Um dos coordenadores do Eproce, Diego Trindade, disse que na ocasião se formalizou o ingresso de uma diretoria do Agro do Eproce na estrutura administrativa da Facic.

“Isso representa um importante avanço institucional, pois fortalece a conexão entre o agro, o comércio, os serviços e a indústria, setores que são interdependentes e essenciais para o desenvolvimento econômico do Ceará”, acrescenta.

Segundo Diego, o EPROCE organiza eventos além de Fortaleza, também na Região Metropolitana, Cariri, Ibiapaba, Sertão Central, Vale do Jaguaribe, Baixo Acaraú e Vale do Curu.

A agenda da entidade inclui no próximo dia 17 de junho um encontro no Vale do Jaguaribe e, durante a Expocrato, será realizada uma edição especial do EPROCE Cariri.

Em Fortaleza, está prevista uma audiência no dia 7 de agosto na sede da Facic.

Diego Trindade
Diego Trindade, um dos coordenadores do Eproce. (Foto: Douglas Emmanuel)

Alvoar Lácteos é sinômino de sucesso

Luizinho Girão é o patriarca de um patrimônio empresarial do agronegócio cearense, a Alvoar Lácteos. A Alvoar Lácteos é fruto da conexão empresarial do grupo Betânia juntamente com a empresa mineira Embaré.

A corporação é a quinta maior empresa de laticínios do Brasil, combinando portfólio de mais de 250 produtos.

Luizinho Girão, hoje com 79 anos, delegou os ativos empresariais para descendentes. O CEO da Alvoar é o filho Bruno Girão.

“Estou feliz porque a empresa está a cada dia com mais sucesso. Deixei uma empresa que faturava 10, e hoje fatura 100. Feliz com os meus filhos porque estão cumprindo a mesma qualidade do pai”, frisa.

Luizinho avalia que o agronegócio cearense atualmente evoluiu em virtude da tecnologia e do fator genético.

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