O Índice Nacional de Preços ao Consumidor da RMF também acelerou e atingiu 0,62% em janeiro, ante 0,14% em dezembro. (Foto: Envato Elements)
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) registrou 0,47% em janeiro de 2026, acima dos 0,17% de dezembro, o que elevou a inflação acumulada em 12 meses para 4,43%. No mesmo período, o IPCA nacional ficou em 0,33% no mês e 4,44% no acumulado, mantendo diferença marginal frente ao indicador regional.
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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) da RMF também acelerou e atingiu 0,62% em janeiro, ante 0,14% em dezembro, com acumulado de 4,60% em 12 meses. No Brasil, o INPC chegou a 0,39% no mês e 4,30% no acumulado, mantendo a RMF acima da média nacional.
O INPC se refere às famílias com rendimento monetário de um a cinco salários mínimos. É calculado também para dez regiões metropolitanas, além de seis municípios, que são as mesmas áreas geográficas que abrange o IPCA.
De acordo com o Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), dois grupos do IPCA da RMF registraram deflação em janeiro, com habitação em -0,74% e vestuário em -0,75%, enquanto alimentação teve variação de 0,21%, grupo de maior peso no índice regional. O estudo integra o boletim Termômetro da Inflação (Volume 9 – Nº 2 – Fevereiro/2026), elaborado pela Diretoria de Estudos Econômicos (Diec) do Ipece.
A pressão veio de comunicação, que subiu 1,19% após alta de 3,3% em aparelhos telefônicos, e de transportes, que avançaram 1,8% por causa do reajuste de quase 16% na tarifa de ônibus urbano. Esses dois grupos explicam a maior parte da aceleração do IPCA da RMF no início de 2026.
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