O levantamento mostra que Piauí, Amazonas e Pará lideraram o crescimento, enquanto o Ceará figurou entre os destaques regionais do Nordeste. (Foto: Envato Elements)
O Ceará encerrou 2025 com 134.751 investidores em renda variável, ante 126.126 em 2024, avanço de 6,84%, acima do crescimento percentual médio nacional de 3,92%, enquanto a B3 adicionou 205.949 novos CPFs nesse mercado entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025.
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No total, a base brasileira passou de 5.259.178 para 5.465.127 investidores e apresentou expansão em todos os estados. O movimento indica que parte relevante do crescimento veio de praças fora do Sudeste.
Em termos de mercado, a B3 fechou 2025 com R$ 635 bilhões em custódia em ativos de renda variável, alta de 20% frente aos R$ 528 bilhões do fim de 2024, o que indica maior participação financeira dos investidores já existentes. São Paulo concentrou 1,9 milhão de CPFs, seguido por Minas Gerais (554 mil) e Rio de Janeiro (550 mil), mas o ritmo de entrada foi mais acelerado em estados de menor base histórica.
O levantamento mostra que Piauí (7,73%), Amazonas (7,30%) e Pará (7,02%) lideraram o crescimento percentual, enquanto o Ceará figurou entre os destaques regionais do Nordeste, acima de Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte. Além do Ceará, quinze estados registraram alta superior a 5%, sinal de capilarização geográfica do mercado de renda variável.
Segundo Felipe Paiva, diretor de Relacionamento com Clientes e Pessoa Física da B3, a expansão reflete maior acesso a plataformas digitais e disseminação de educação financeira, com avanço para além dos grandes centros econômicos. Para a bolsa, o aumento em todos os estados amplia a participação de pessoas físicas e reforça a base doméstica de investimentos.
*Com informações do B3 Bora Investir.
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