O movimento leva o varejo digital para um modelo em que agentes de IA realizam transações diretamente dentro do ecossistema do Google. (Foto: Chesnot/Getty Images)
Durante a NRF 2026: Retail’s Big Show, organizada pela National Retail Federation (NRF), o Google lançou o Universal Commerce Protocol (UCP) e passou do papel de buscador para executor de compras.
Quer receber os conteúdos da TRENDS no seu smartphone?
Acesse o nosso canal no Whatsapp e fique bem informado
O movimento leva o varejo digital para um modelo em que agentes de IA realizam transações diretamente dentro do ecossistema do Google. A mudança desloca o centro do mercado da pesquisa por links para a execução automática de intenções de compra.
O passo ocorre enquanto a Alphabet registra cerca de US$ 385 bilhões em receita anual em 2025, com publicidade do Google e do YouTube gerando perto de US$ 800 milhões por dia e domínio de 90% do mercado global de buscas. No Brasil, o impacto econômico direto das plataformas do grupo supera R$ 215 bilhões, o que posiciona a empresa como infraestrutura central do varejo e do consumo.
Com o UCP, o varejo passa a operar sob intermediação de agentes de IA, que filtram ofertas, comparam preços e executam pedidos em segundos. O processamento de tokens voltados ao varejo cresceu 11 vezes em um ano, enquanto 34% dos consumidores preferem interagir com agentes em vez de realizar pesquisas tradicionais.
Marcas e criadores precisam se adaptar a esse ambiente, mas também ganham alcance em mercados periféricos sem defasagem tecnológica. Segundo a Adobe, ferramentas usadas por redes globais como Macy’s e Coca-Cola já estão ativas na América Latina, o que acelera automação de marketing, personalização de ofertas e previsibilidade de resultados no varejo.
*Com informações do portal Forbes.
BlackRock alcança US$ 14,04 tri em ativos sob gestão no 4º trimestre
Ceará se consolida como maior exportador de quartzito do país
Instagram | LinkedIn | Facebook | Telegram | YouTube | Google Notícias