PIB do Brasil cresce 0,4% e ocupa 32º lugar no ranking global

Por: Redação | Em:
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Brasil segue monitorando o impacto das políticas monetária e fiscal sobre a economia, em um contexto global de desaceleração desigual. (Foto: Envato Elements)

O PIB do Brasil avançou 0,4% no segundo trimestre de 2025 frente ao trimestre anterior, segundo o IBGE. O desempenho colocou o país em 32º lugar em uma lista de 49 economias compilada pela Austin Rating com base em dados do FMI, atrás de China e Estados Unidos, mas à frente de Alemanha, França e Reino Unido.


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A expansão ocorreu em linha com as expectativas do mercado, que projetavam alta entre 0,14% e 0,5%. Embora positiva, a variação mostra desaceleração frente ao crescimento de 1,3% registrado nos três primeiros meses do ano. A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda divulgou nota técnica detalhando os fatores que influenciaram o resultado.

O levantamento internacional apontou que a Indonésia liderou o ranking com crescimento de 4%, seguida por Taiwan (3,1%) e Malásia (2,1%). No outro extremo, a Irlanda apresentou queda de 1%, a Islândia recuou 0,7% e o Canadá encolheu 0,4%.

Os dados reforçam que o Brasil mantém desempenho intermediário, distante dos emergentes asiáticos mais dinâmicos, mas em posição mais favorável que parte das maiores economias europeias.

Desempenho do Brasil

Segundo o IBGE, o crescimento brasileiro foi sustentado pelo setor de serviços, mas limitado pela desaceleração da indústria e da agropecuária. A avaliação do governo é que fatores sazonais e menor ritmo da produção agrícola explicam parte da desaceleração em relação ao trimestre anterior.

A Austin Rating destacou que a colocação do Brasil reflete um cenário de estabilidade, em que o país não figura entre os piores desempenhos globais, mas também não acompanha a velocidade de expansão dos principais emergentes. Esse quadro reforça a importância de investimentos em produtividade e infraestrutura.

O Ministério da Fazenda projeta continuidade de crescimento moderado, condicionado à evolução da demanda doméstica e ao cenário internacional. A trajetória dependerá ainda das condições de crédito, do nível de consumo das famílias e do desempenho das exportações.

Com esse resultado, o Brasil segue monitorando o impacto das políticas monetária e fiscal sobre a atividade econômica, em um contexto global de desaceleração desigual entre países desenvolvidos e emergentes.

*Com informações do portal Exame

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