O resultado do Ceará representa 19% do saldo da região, segundo dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. (Foto: Envato Elements)
O Ceará criou 7.424 postos de trabalho em julho e ficou atrás apenas da Bahia (9.436) na geração de empregos no Nordeste. O resultado representa 19% do saldo da região, segundo dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
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O desempenho foi o melhor para o período desde 2022. O saldo positivo ocorreu porque as contratações com carteira assinada (60.395) superaram as demissões (52.971). Com isso, o Estado alcançou o total de 1.441.640 empregos formais.
Desde janeiro de 2023, já foram criados 140.492 postos de trabalho no Ceará, segundo a pasta. O governo estadual relaciona o resultado à chegada de novas empresas, ao fortalecimento das já instaladas e ao impacto de programas de incentivo à economia local.
Todos os setores registraram saldos positivos, mas os destaques foram serviços (2.314), indústria (1.955) e construção civil (1.842).
No setor de serviços, a expansão do telemarketing e o impacto da alta estação impulsionaram a criação de vagas. Na indústria, o desempenho da produção calçadista, voltada para atender à demanda de fim de ano, teve peso significativo. Já a construção civil avançou principalmente no subsetor de edificação de imóveis, apoiada por programas como o Minha Casa, Minha Vida.
Embora Fortaleza concentre o maior volume de empregos formais, com 2.266 postos, outras cidades também tiveram desempenho relevante. Entre elas, estão Horizonte (603), Caucaia (386), Maracanaú (333), Crato (285) e Juazeiro do Norte (245).
O governo estadual afirma que a continuidade de incentivos ao empreendedorismo e de apoio aos trabalhadores será central para manter a trajetória positiva. A meta é consolidar a posição do Ceará como polo de geração de emprego e renda no Nordeste.