Bitcoin bate recorde e se aproxima dos US$ 125 mil

Por: Redação | Em:
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Além do bitcoin, outras criptomoedas de grande capitalização, como Ethereum, XRP, Tether, Solana e Dogecoin, registraram alta. (Foto: Envato Elements)

O preço do bitcoin atingiu um novo recorde nesta segunda-feira (14), sendo negociado a US$ 123.153,22 pela manhã. O valor supera, pela primeira vez, a marca histórica de US$ 120 mil desde a criação da criptomoeda. Na última sexta-feira (11), o ativo já havia alcançado um pico inédito de US$ 118.869,98. A valorização acumulada em 2025 já ultrapassa 30%.


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O movimento reflete o otimismo do mercado com a possível aprovação de uma lei de regulamentação para ativos digitais, prevista para ser votada ainda hoje na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos. A proposta, defendida por Donald Trump durante a campanha, é vista como um marco para o setor.

Além do bitcoin, outras criptomoedas de grande capitalização, como Ethereum, XRP, Tether, Solana e Dogecoin, registraram alta, segundo dados da CoinMarketCap. O desempenho positivo reforça o momento de valorização generalizada dos criptoativos.

Segundo analistas, a expectativa de regras mais claras somada à entrada de investidores institucionais tem sustentado o novo patamar. Gestores, fundos e até bancos centrais já consideram o bitcoin como reserva de valor de longo prazo, o que eleva a demanda e a liquidez do ativo.

Instituições e ETFs impulsionam ativos ligados a cripto

A alta do bitcoin também impacta o desempenho de empresas expostas ao setor. No pré-mercado dos EUA, as ações da Coinbase subiram 1,7%, enquanto a MicroStrategy avançou 3,3%. Já os papéis da mineradora Marathon Digital saltaram 4,6% na manhã desta segunda.

ETFs de bitcoin spot listados em Hong Kong, como os fundos da China AMC, Harvest e Bosera, também bateram máximas históricas. Os produtos refletem o crescente interesse internacional e institucional por exposição regulada ao ativo digital.

Com o mercado apostando em novos fluxos, a regulação nos EUA pode representar um divisor de águas. A definição das regras tende a reduzir riscos jurídicos, aumentar a transparência e facilitar a entrada de grandes investidores, o que reforça o movimento atual.

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