Pesquisa registra que 18 milhões de brasileiros pretendem ingressar no mercado financeiro em 2025. (Foto: Envato Elements)
O panorama de inserção de pessoas que emplacaram ter algum tipo de investimento no ano passado no país apontou que mais de 59 milhões de brasileiros declararam fusão neste aspecto. Os dados são um levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), em conjunto ao Instituto Datafolha, que efetivaram a pesquisa conforme a 8ª edição do “Raio X do Investidor Brasileiro”.
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A averiguação constatou que 18 milhões afirmam ter a intenção de ingressar no mercado financeiro em 2025. De acordo com a análise, a proporção de investidores brasileiros segue estável em 37% da população, mesmo percentual registrado na edição do ano anterior.
O englobamento revela que a maior parte dos investidores do país é composta por pessoas da classe C, que representam 46%, e aqueles que possuem ensino médio completo (42%), e residência na região Sudeste (51%). A pesquisa entrevistou 5.846 pessoas de diferentes classes financeiras das cinco regiões do país, no período que compreende os dias 4 a 22 de novembro de 2024.
O resultado da avaliação destaca que dentre os principais motivos que conduzem o brasileiro a aplicar os respectivos recursos no ramo, são o retorno financeiro (33%) e a busca por segurança (23%). A facilidade de investir surge como terceira opção (14%), enquanto a formação de uma reserva de emergência tem angariado espaço, passando de 6%, em 2023, para 9% em 2024.
A compra de imóveis lidera no que tange os objetivos de quem aplica no setor: 31% dos investidores relatam querer adquirir um imóvel com os rendimentos, percentual que chega a 34% na classe D/E. Na sequência, 19% pretendem apenas manter os recursos aplicados, comportamento mais comum nas classes A/B, onde a taxa sobe para 24%.
Segundo a Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) o ingresso no ato de investir é uma forma de construir patrimônio, pois de acordo com a entidade, permite rentabilidade ao economizar dinheiro. A Abefin ressalta que o planejamento neste sentido possibilita alcançar objetivos financeiros de curto, médio ou longo prazo, dependendo da estratégia utilizada.
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