A lacuna de renda variável da bolsa de valores do Brasil, a B3, conectado a empresas do setor financeiro lideram a valorização do mercado no 3° trimestre do ano.
Ao passo que a constatação do Índice Financeiro (IFNC B3) contabilizou alta de 12,19% no período de julho a setembro. Na sequência, em segundo, as aplicações no Índice B3 Bancos, apresentaram avanço de 10,85%.
Na terceira colocação, o item de Índice de Carbono Eficiente (ICO2 B3) constatou valorização de 10,72%. Posteriormente, surgem o Índice Futuro de Boi Gordo B3 (IFBOI B3), alta de 10,01%, e logo após o Índice Agronegócio B3 (IAGRO B3), incremento de 9,46 %.
O gerente de produtos da B3, Hênio Scheidt, avalia que os índices permitem acompanhar o desempenho de diferentes segmentos da economia. Ele aponta, além disso, no acompanhamento de teses de investimento no mercado acionário, oferecendo referências para analisar movimentos específicos da bolsa.
“No terceiro trimestre, a liderança dos indicadores ligados a empresas dos setores financeiro e bancário, ao lado do desempenho de índices relacionados à sustentabilidade e ao agronegócio, evidencia a diversidade de exposições que o mercado de renda variável oferece”, complementa.
Índices da B3 atuam como referência para os ETFs
Os índices da B3 são referência para os fundos negociados que resultam na condução contínua do desempenho de uma carteira específica de ativos, as ETFs (Exchange Traded Funds).
A B3 esclarece que na prática, ao redimensionar no ETF, o investidor adquire uma cesta diversificada de ativos numa única aplicação. Nisso, o agente não precisará comprar individualmente cada ação ou título que compõe o índice.
O Ibovespa e o IBrX 50, por exemplo, possuem ETFs que reproduzem suas carteiras e estão entre os produtos mais utilizados por investidores que buscam exposição ampla ao mercado acionário brasileiro.
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