O Brasil ocupa a 2ª colocação em 2026 no englobamento de 21 economias da América Latina e Caribe ao que permeia o patamar do Índice Global de Inovação, o GII. Ao passo que o Chile lidera o panorama. Além disso, na constatação geral, o Brasil surge na 6ª posição inserido nas 35 economias do grupo de países de renda média alta. O estudo verificou que o país mantém o desempenho em inovação no que assinala o respectivo grau de desenvolvimento.
Nesse ínterim, o destaque infere pontos relacionados à envergadura do mercado brasileiro, e salienta eixos relevantes em ciência, empreendedorismo e ativos intangíveis. Na apuração mundial, contudo, o Brasil assinala o 53º lugar envolvendo 139 economias internacionais.
Ao mesmo tempo, a pesquisa aponta o país no top 70 do ranking que mais avançou desde 2019. Neste ponto, o Brasil conjuga critérios de desenvolvimento ao lado da Arábia Saudita, Catar, Maurício, Jordânia e Bahrein.
Fator avaliado pressupõe que o país se posiciona de forma satisfatória nos indicadores que incorrem em itens como conhecimento, tecnologia e resultados criativos. No entanto, abaixo de critérios de inovação relacionados a instituições, capital humano e pesquisa, infraestrutura, sofisticação de mercado e empresarial.
De acordo com a lacuna, Suíça, Suécia, EUA, República da Coreia e Singapura mantêm a liderança da classificação mundial de inovação em 2026. Por sua vez, China, Índia, Vietnã, Turquia, Filipinas, Marrocos e Indonésia (em ordem de classificação) têm progredido mais rapidamente na última década.
Pesquisa mundial em inovação atinge US$ 3,4 trilhões neste ano até o momento
A pesquisa é uma janela relevante no circuito o qual analisa o desempenho em inovação. Por assim quase 140 economias com base em cerca de 80 indicadores, que abrangem Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). Por exemplo, nas unidades de comércio de alta tecnologia, emprego qualificado e licenciamento de propriedade intelectual.
A averiguação relatou que as aplicações mundiais em P&D obtiveram crescimento de mais de 3,3% em termos reais em 2025. Até o momento, neste ano, o incremento de 3,6% no segmento, alcançando US$ 3,4 trilhões. Os países de renda média que se destacaram neste requisito foram: Egito, Indonésia, Malásia e Vietnã.
Os gastos empresariais com P&D registraram aumento real de 5,8% em 2025, chegando ao recorde de US$ 1,5 trilhão. Como resultado impulsionados por empresas de software e Inteligência Artificial (IA), assim como o P&D redimensionado à defesa.
O volume de capital de risco destinado a novas startups inovadoras e ideias de negócios cresceu 28% em 2025, somando US$ 510 bilhões. Em conclusão, denota o maior aumento anual desde 2021, ou seja, os investimentos em IA corresponderam por 77% das operações mundiais de capital de risco no 1º semestre de 2026.
O diretor-geral da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), Daren Tang, ressalta que o documento GII delineia que uma nova geração de startups converte avanços científicos em produtos.“E transforma áreas como ciências da vida, atividades espaciais, robótica e energia limpa. Espero que o GII, com a riqueza de análises e dados que oferece, ajude os países a criar ecossistemas nacionais de inovação dinâmicos que favoreçam a chegada de ideias ao mercado e a geração de impactos concretos”, enfatiza.
Saiba Mais:
Sebrae Ceará fortalece rede estadual de inovação e integração regional