O segmento da construção civil assinala a segunda maior geração de vagas de emprego no mês de agosto, segundo levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Os dados descritivos do apanhado foram divulgados nesta terça-feira (29).
Ao passo que no período resultou na criação de 20.848 postos de trabalho, em virtude da diferença de 219 mil admissões e 198 mil desligamentos no setor. Como resultado, a liderança do ranking configura o segmento de serviços, contabilizando 110 mil de vagas geradas no mês. Na sequência, o item da construção civil, seguido da indústria (16,6 mil), comércio (16,5 mil) e agropecuária (1,4 mil).
No acumulado do ano até o momento, o setor da construção civil obteve ganho estatístico de 200,4 mil postos de trabalho. Nesse ínterim, destaca-se o saldo de 1,77 milhão de admissões e 1,57 milhão de demissões. Avaliando as outras áreas neste mesmo englobamento, o setor de serviços acarretou em 697 mil postos de trabalho, enquanto que a indústria gerou 170 mil empregos e a agropecuária registrou 56 mil.
No geral, mercado formal de trabalho aquecido em agosto
No âmbito geral, a constatação do Ministério do Trabalho indica uma atmosfera aquecida no acumulado de agosto ao que tange à geração de empregos. Ou seja, o mercado formal de trabalho teve saldo positivo de 165.827 novas vagas.
Além disso, a criação de empregos subiu 7,2% em comparação a agosto do ano passado. No que tange a desaceleração em 2025 ocorreu em razão dos juros altos, conforme a pasta federal. Em 2026, o estoque de postos de trabalho alcançou 48,2 milhões de vínculos em agosto e acumula, no ano (janeiro a agosto), saldo de 1,13 milhão, com crescimento de 2,41% ante igual etapa do ano anterior.
O Caged aponta que o Ceará o índice de postos de trabalho segue numa crescente, congregando saldo positivo de mais de 9 mil em agosto, acumulando alta de 37,6 mil empregos em 2026. Em conclusão, o resultado posiciona o estado na segunda colocação da região Nordeste na geração de postos de trabalho, atrás da Bahia. Fator verificado pelo Caged situa o Ceará com o ingresso em novas vagas no mercado formal atingindo 37.697 pessoas em 2026.
Saiba Mais:
Relatório global aponta que tecnologia é utilizada em 70% de empresas da construção civil
Nordeste assinala 79.682 empregos formais no 2º trimestre do ano