Representantes de empresas brasileiras e entidades setoriais iniciam audiências públicas nos Estados Unidos no aspecto de buscar extinguir a adoção do tarifaço ianque.
A princípio, na pauta, a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.
Contudo, a audiência será realizada ao longo de dois dias e contará com 14 painéis. Parcela das apresentações acontece nesta segunda-feira (6) e a outra metade na terça-feira (7).
No âmbito da reunião, firmam-se interlocutores da indústria, do agronegócio e do setor exportador, contendo dados econômicos, jurídicos e comerciais contra a taxação do governo Donald Trump.
Por exemplo, o argumento do agrupamento se situa ao que tange elevar custos para empresas e consumidores americanos, em reduzir investimentos e afetar postos de trabalho estadunidenses.
Pontuação no critério realça que a medida afeta mais de 80% do comércio bilateral entre empresas do mesmo grupo econômico, como matrizes e filiais.
A análise é da diretora de Comércio Exterior da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Patrícia Gomes.
A gestora destaca que a tarifa prejudicaria a própria indústria americana, especialmente nos segmentos de infraestrutura e energia.
A Abimaq ressalta em números que os Estados Unidos importaram US$ 3,2 bilhões em máquinas e equipamentos brasileiros em 2025 e registraram superávit de US$ 1,2 bilhão.
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