Value Global Group impulsiona novo corredor logístico no Ceará

Value Global Group avança nas obras do Porto Seco de Quixeramobim
Value Global Group avança nas obras do Porto Seco de Quixeramobim e discute expansão de polos multimodais integrados à Transnordestina. (Foto: Divulgação/SDE)

O projeto do Porto Seco de Quixeramobim registrou novos avanços durante reunião entre a Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Ceará (SDE) e o grupo empresarial Value Global Group. O encontro teve como foco a atualização das obras do complexo logístico, que será implantado no município no Sertão Central.

Com isso, o empreendimento se consolida como um dos principais projetos logísticos em desenvolvimento no interior do Ceará. Segundo informações apresentadas durante a reunião, as obras seguem em estágio avançado e já contam com contratos comerciais firmados.

Porto Seco amplia estrutura logística

Durante o encontro, Fábio Feijó, titular da SDE, destacou o andamento das obras e a perspectiva de início das operações comerciais.

“A previsão é que a partir de um ano já tenhamos movimentação comercial intensa na região. Mas o nosso olhar vai além: discutimos a implantação de polos multimodais por todo o Ceará, aproveitando as oportunidades consolidadas com avanço da Ferrovia Transnordestina”, afirmou.

Value Global Group projeta mais investimentos

Além do complexo em Quixeramobim, a reunião abordou a possibilidade de implantação de polos multimodais em outras regiões do estado. A proposta considera a integração entre transporte rodoviário, ferroviário e marítimo.

Ao mesmo tempo, o avanço da Ferrovia Transnordestina aparece como um dos principais fatores para expansão dessa rede logística.

Segundo Feijó, o Ceará contará com seis estações da ferrovia, ampliando a conexão com o Complexo do Pecém e outros corredores logísticos.

Porto Seco reforça competitividade

De acordo com o secretário da SDE, a integração entre os diferentes modais de transporte deve contribuir para reduzir custos logísticos das empresas instaladas no estado.

“Teremos seis estações da ferrovia — enquanto que Pernambuco terá duas, e o Piauí terá três. Ao interligarmos o transporte rodoviário, ferroviário e marítimo com esses novos polos, vamos baratear o custo do frete para todo segmento empresarial, gerando um ganho imensurável de competitividade”, concluiu Feijó.

Por fim, a SDE reafirmou apoio técnico ao empreendimento e informou que seguirá acompanhando os próximos passos do projeto em articulação com a Casa Civil.

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