As projeções de aplicações para o e-commerce na conjuntura comercial brasileira neste ano apontam a possibilidade de alcançar a marca histórica de R$ 258 bilhões em faturamento, segundo levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).
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A entidade assinala que o setor seguirá um ritmo de crescimento próximo de 10% ao ano. E segundo constatação da ABComm, o comércio digital deixou de inserir-se numa atividade secundária para se tornar a espinha dorsal da receita dos empreendedores brasileiros.
Os dados do órgão que monitora o e-commerce no Brasil estimam que a contabilidade de consumidores online prospecta se aproximar de 97 milhões neste ano, configurando uma previsão de 460 milhões de pedidos realizados. Esse avanço acompanha a consolidação definitiva do hábito de compra digital e a expansão de pequenos negócios estruturados exclusivamente no ambiente virtual.
“A digitalização do consumo é um caminho sem volta. O e-commerce segue avançando potencializado por novas tecnologias, além da inteligência artificial se tornando mais protagonista no cenário, tornando as compras cada vez mais personalizadas e ampliando oportunidades para pequenos e grandes negócios”, pontua o presidente da ABComm, Fernando Mansano.
A educadora e empreendedora digital Sabrina Nunes, ressalta que na prática o modelo digital está se tornando a base do negócio, enfatizando que antes o dispositivo era o complemento da renda. A gestora afirma que o formato se evidencia com mais relevância no primeiro semestre do ano, período que conforme ela, é tradicionalmente voltado para a reorganização financeira.
“Janeiro e fevereiro são meses decisivos. É o momento em que ajustamos custos, renegociamos com fornecedores e definimos as grandes campanhas. Quem trata o digital como um negócio estruturado e não apenas como uma venda ocasional, colhe resultados previsíveis ao longo de todo o ano”, frisa Sabrina.
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